segunda-feira, agosto 30, 2004

anti-comunicação

anti-comunicação

Estive na Galeria hoje. E reparei em uma faixa promovendo um festival de Death ou Dark ou Black ou qualquer merda malzona Metal. E ele conseguiu ilustrar bem algo que eu já tinha pensado antes a respeito.

Bandas desse naipe não entendem NADA de comunicação. Os logotipos de todas eram completamente ilegíveis. A ponto de que logo abaixo de cada um estavam escritos os nomes das mesmas com uma tipologia mais decente.

Acho legal uma banda ter uma marca, algo que condiza com seu tipo de som. Mas também não acho que isso seja obrigatório, cada um sabe de si. Mas uma marca precisa comunicar a idéia, e o nome é parte da idéia, se existe apenas um bando de garranchos inteligíveis, o que você está comunicando? No mínimo que é um ignorante.

domingo, agosto 29, 2004

copan

copan

28-08 - 19h00 - Cinesesc
29-08 - 18h00 - Centro Cultural S?o Paulo
30-08 - 20h00 - MIS - Auditório

Bernardo Spinelli *
Brasil/França
Panorama Brasil
Programa 2

16 min, Cor, 35mm, 2004
Legenda: Francês


Edificio Copan: universo, oportunidade, conhecimento.

*Esse é meu primo que agora mora na França. Eu sabia que ele estava no Brasil por esses dias, mas não falei ou encontrei com ele, ele é uma pessoa difícil de achar. Estava voltando de passeio pela paulista hoje (resultado de duas sessões de cinema frustradas) quando cruzei com ele e a Tia Beth no metrô, e então eles me informaram a respeito.

Vou estar amanhã no MIS.

camila, né

camila, né

As vezes nos fazemos de bobo. Como quando vamos em uma loja e o vendedor nos conta todos os detalhes de certo produtos e ficamos quietos, prestando atenção maravilhados no que ele explica. Também pagamos de gostoso, falando demais sobre algo que não sabemos direito, ou enxotando pessoas bem intencionadas que querem apenas nos ajudar.

Mas qual o propósito de nos fazermos de bobos? Nos fingimos de ignorantes em um assunto sobre o qual estamos carecas de saber. Minha teoria é simples: Pra nos acharmos na realidade, mais fodas, sair por cima, com aquele sentimento de "há! enganei!" Quando é com um completo estranho podemos até fazer por compaixão, a mesma coisa quando uma criança vem conversar conosco: "Ah, é? O Homem já foi pra Lua?" Mas se observarem bem essas situações, também estamos nos sentido os mais espertões por trás.

Seu ex-namorado já ficou sabendo por outrém que você arrumou outro cara. Mas mesmo assim ele te encontra no ICQ e pergunta, dando uma de amiguinho ignorante: "aqui, vc conhece o fulano?". E você, já sabendo que ele está sabendo, pensa: "CLARO que eu conheço! Seu imbecil! Já até dei pra ele! O cu, que eu nunca dei pra você!", Ok, não necessariamente algo desse grau, mas deu pra entender. Como sabemos que a pessoa está dando uma de bobo, e tetando sair por cima, surge uma vontade de aniquilá-lo completamente.

Mas eu costumo ficar na minha e comentar pelas costas com pessoas de confiança que estão por dentro de toda a situação, para então rirmos de satisfação no nosso mundo mesquinho. Mas não tão mesquinho como o do tolo que achou que ao se fazer de bobo, estaria passando uma impressão de desencanado ou descolado; já que no fim, seu plano desmoronou e ele passou a impressão de ingênuo, no mínimo.

sábado, agosto 28, 2004

he took her to a movie

he took her to a movie

As pessoas estão indo ao cinema e ninguém me chama. Um bando de bastardos. Minha namorada mora longe e todo mundo ve os filmes que estou afim de conferir e eu fico pra trás. Detesto ir sozinho ao cinema, mas to achando que vou ter que fazer isso, porque tá difícil ficar tão pra trás. Tem alguns filmes que boa parte da graça está em ver no cinema, sem falar que é mais caro alugar do que pagar um ingresso. Se alguma alma caridosa se solidarizar comigo, eis uma lista do que estou querendo assistir:

- Eu, Robo
- Fahrenheit 9/11
- Supersize Me
- Colateral [vamos lá pessoal! esse acabou de estrear, não me deixem na mão)
- Mulher-Gato [eu sei que deve ser uma merda, mas quero ver!]
- Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças
- A Vila [esse ninguém viu ainda, acho que estréia próxima sexta]

E também topo ir ao festival de curtas, que sempre tem boas surpresas. Me liguem, cáspita!

sexta-feira, agosto 27, 2004

marcha nupcial

marcha nupcial

Quem quiser conmferir fotos do casamento da minha prima Marina, pode ir aqui. E aqui também.

quinta-feira, agosto 26, 2004

fausto

fausto

Descobri finalmente o que quero tatuar. E onde vou tatuar. O desenho não está fechado, mas o conceito está bem claro.

Conversando ontem com o Alastair, desenvolvemos em torno do assunto tatuagem. A idéia dele é a que muitos não pensam na hora de tatuar. Além de ser algo esteticamente agradável, uma tatuagem deve dizer algo a seu respeito, ter um real motivo além de "eu gosto de cerejas". Eu gosto de muitas coisas, se fosse tatuar todas, estaria ferrado.

No fundo da minha mente essa idéia sempre correu, por isso sempre relutei tatuar personagens, por exemplo. Por que um personagem seria mais digno de ser registrado em meu corpo do que outro?

Mas a busca terminou. Tenho outro desenho que quero tatuar também, mas ter encontrado esse outro me deixou mais impolgado. O interessante é que ele tem diversas camadas, além de possuir uma história pessoal interessante, e imutável, ele tem uma base histórica ainda mais sólida, torando aquele momento em que alguém me pergunta o que a tatuagem significa algo realmente interessante, um estimulador de conversa; e dependendo do público, debate

terça-feira, agosto 24, 2004

american gun

american gun

Sempre tive uma vida pacífica. Sem grandes altos e baixos. Livre de violência. Já passei por alguns apertos, tanto com estranhos, como com colegas de estudo e principalmente com familiares. Não fui abusado ou espancado, mas já levei minha cota de tapas e cintadas; mesmo depois de crescido levei um tapa do qual jamais esquecerei. E também houve vários casos de violência psicológica, mas acho que nenhum deles foi muito grave e consegui superar rapidamente. Também já atirei em baldes e com estilingues tentei infrutivamente acertar passarinhos.

Entretanto, sou esquentadinho. E verbalizo muito minha violência. E adoro "arte violenta". Não tenho medo de dizer isso, consumo, gosto, e também tento produzir peças de arte e entretenimento que explorem a violência. Nas mais diferentes manifestação e estilos. Da dança alegre e contente de Chicago ao realismo enojante de Irreversível. Gosto também de Boxe e outros tipos de luta. Não acredito nos dizeres "já vejo isso no jornal, não preciso ir no cinema".

Mas agora a pouco acabo de ver um filme, que peguei passando na TV por acidente que me fez pensar sobre algumas coisas. Nem todas irei dizer aqui, preferiria dizer diretamente à quem interessa; não sei se terei coragem sequer disso, posso ser cobrado, disso não tenho medo, mas espero que minha relutância seja compreendida. Achei o filme apenas interessante, até o seu final, e foi aí que o achei bastante engenhoso. Me fez pensar nas pessoas com as quais eu me importo, com as que eu realmente me importo, as que eu amo.

E o tipo de violência pela qual elas passaram, cujas imagens, mesmo que não descritas, permeam minha imaginação, o que me faz pensar em quão pior a realidade do fato com certeza foi. Queria poder fazer algo a respeito, muito, queria poder mudar tantas coisas, pensei em vingança; mas tenho medo do que pode se seguir. Não há nada pior do que se sentir impotente perante àqueles que se gosta.

Desculpe não poder ter ajudado. Desculpe pelo post meio baranguinho. Foi apenas algo que pensei agora e precisava registrar. A propósito, o título do post é o titulo do filme, que realmente não é muita coisa, mas é o último de James Coburn.

domingo, agosto 22, 2004

lula cavalheiresco

lula cavalheiresco

Escrevi esse texto quando houve aquele escândalo envolvendo o Lula e aquele correspondente americano acusando-o de ser um beberrão. Acabei não postando mas acho que recebi outra chance, já que essa polêmica do Conselho Federal de Jornalismo parece diretamente relacionada com o caso.

"Em suma, em se tratando de injúrias ou insultos, seja por palavras ou atos, assevero que esses podem irritar e aborrecer um homem sensato, mas de modo algum tocam a sua honra, porque esta consiste na opini~ao que se tem sobre ele e que não pode alterar-se por coisas que lhe são exteriores, a não ser no caso de pessoas de mente muito fraca, cuja opinião não conta. Um homem sensato pode, por conseguinte, extravasar sua irritação ou seu desgosto por meio de uma reação proporcional ao fato, mas isso deve ser mais tolerado como fraqueza humana do que como um dever que lhe é exigido para salvar sua honra. E, portantto, se contrariamente ele pensa o suficiente para não se importar, sua honra, em vez de sofrer suas conseqüências, poderá até mesmo ganhar com isso."

(Schopenhauer, Arthur.
A Arte de se fazer respeitar ou Tratado sobre a honra, pag 80-81)


A lição basicamente é: Apenas você pode prejudicar sua honra. Se alguém maldiz você, sem dúvida lança uma sombra negativa, mas se o ato não procede, se esvairá e se você agir sensatamente, tudo ficará bem. Se reagir fora das proporções, poderá realmente prejudicar sua honra. E é o que o governo brasileiro fez.

Vejo aqui a repetição de um comportamento por parte de figuras públicas brasileiras. Lembram-se do caso dos Simpsons em que César Maia se sentiu ofendidissimo com o retrato de sua cidade pela equipe de Matt Groenig e ameaçou processar a Fox? É o mesmo caso! Ao invés de se fazer merecer um elogio, as autoridades se fazem merecer calúnias, e essas, quando feitas, são punidas com ações desproporcionais e infantis. E mais uma vez, a reação das autoridades brasileiras conseguiu atrair mais atenção da midia doméstica e internacional do que o ato que a acarretou, mais uma vez denunciando contra a honra nacional.

O caso Lula bebum é reminescente da ditadura militar. A revogação do visto do jornalista não procede e no meu ver é um abuso de poder. Só porque ele é o presidente não podemos falar o que quisermos dele? Justamente por ser presidente é que devemos falar o que quisermos deles. É o fardo da figura pública, e se ele não sabe lidar com isso, que renuncie e perca outro dedo.

Lula, se fosse sensato, no máximo chamara o cara de bebum também, ou corno, ou viado, ou coisa que o valha. Mas esse avantage apelativo teve o efeito reverso e demonstrou a fraqueza perante críticas da qual o governo sofre. Ou mais simples ainda, bastaria citar Sócrates em dois momentos:

"Se um asno tivesse me batido, teria eu o acusado em juízo?"(Diógenes Laércio, Vidas dos filósofos, II, 5,21)

"Não, o que ele diz não me toca" (Diógenes Laércio, Vidas dos filósofos, II, 5,36)

sábado, agosto 21, 2004

quinta-feira, agosto 19, 2004

the night is still young

the night is still young

O meu set na última segunda (16) no Café com Letras. Desculpem os erros de digitação e até a próxima!

the villains - batman theme
nancy sinatra - bang bang (my baby shot me down)
beck - little one
velvet underground - i'll be your mirror
mutantes - she's my shoo shoo
johnny rivers - baby i need your lovin'
bobby ridell - bobby's girl
mohammed rafi - jaan pehechaan ho
pizzicato 5 - 20th century girl
fantastic plastic machine - dear mr. salesman (dj me dj you mix)
daft punk - digital love
vitamin c - last nite
radiohead - where i end and you begin
primal scream - higher then the sun
millie small - my boy lollypop
buddy holy - peggy sue
peggy lee - fever
stereo total - joe le taxi
cornelius - maybe i'm dead (money mark)
moloko - being is bewildering
rob d - clubbed to death
belle & sebastian - lazy line painter jane
yo la tengo - you can have it all remix
galaxie 500 - 4th of july
sonic youth - i love you golden blue
fantastic plastic machine - pura saudade (nova bossa nova)
stereolab - one note samba
roy orbison - oobie doobie
pizzicato 5 - such a beautiful girl like you
luna - mermaid eyes
belle & sebastian - is it wicked no to care?
yo la tengo - i'm set free
david j - this vivicous cabaret
queen - '39
gloria jones - tainted love
nancy sinatra & lee hazelwood - some velvet morning
beach boys - surfin' usa
raveonettes - that great love sound
david bowie - rebel rebel
velvet underground - waiting for the man
lesley gore - it's my party
doris day (?) - swingin' on a star [é doris day segundo a dj penélope. no arquivo que peguei não tinha o nome do artista e eu não consegui descobrir]
david j - this vivicous cabaret [estava atendendo a um pedido]
david bowie - young americans
primal scream - autobahn 66
the marketts - batman theme

quinta-feira, agosto 12, 2004

CEP

R. Pirapetinga 601 ap 201
Serra
CEP 30220-150
Belo Horizonte-MG
Brasil

Logo atrás do prédio da Telemig da Afonso Pena.

quarta-feira, agosto 11, 2004

update

update

Os comentários me obrigaram a incluir dois novos itens na minha lista de como detectar algo vintage.

confiram aqui.

folgado é a mãe

folgado é a mãe

Eu sou folgadinho mesmo. Abuso da boa vontade dos meus amigos. Levo-os ao limite. Se me dão uma mão, pego logo um braço. Claro que seleciono bem aqueles com os quais faço isso, pois tem que ser alguém a quem eu esteja disposto a dar um braço também. E da mesma maneira que me sinto livre de fazer, pedir e cobrar certas coisas, me coloco em posição de poder receber um sonoro não. Nada mais justo. Não é motivo de brigas.

E eu costumo cobrar. Quando existe um assunto sério, quando há um combinado, eu fico em cima. Quando o assunto é trabalho ou projetos conjuntos, depois que há um combinado, espero que todos façam seu papel. Mas parece que tem jente que não entende isso. Acha que compromisso é só um papinho de boteco.

Desparecem, dão desculpas esfarrapadas e quando ligo para saber o que está acontecendo me tratam com grossura e me chama de folgado pelas costas. Pau no meio do cu é o que eu digo! Não tenho nada a ver com nada, faço favores, dou sugestões e tento ajudar e é assim que sou retribuido?

segunda-feira, agosto 09, 2004

vintage violence

vintage violence

Finalmente me caiu a ficha quanto ao real lado de negativo de algo se popularizar. Antes pra mim era apenas birra, coisa de gente que não suporta ver os outros fazendo aquilo o qual se acha o descobridor. Fora esse tipo chato; existe o verdadeiro problema da literal banalização. Um termo, um esporte, um jogo, qualquer coisa, é praticado por um sem número de pessoas que não fazem a menor idéia do que aquilo realmente é e por fim, a característica original é perdida. A massa é mesmo burra, tenho que admitir.

Bem, falo disso por conta de dois termos que já cansei de ver na internet nos ulitmos tempos: Vintage e Pin-Up.

Vamos lá, vintage é uma palavra inglesa. No dicionário Oxford Compact o significado da palavra mais tem a ver com vinhos e uvas do que com jaquetas transadas. O ítem do significado listado lá mais parecido com o que imaginamos é:

"of high quality, esp. from the past or characteristic of the best period of a person's work"

Traduzindo e adaptando: "De alta qualidade, especialmente do passado ou característica do melhor período do trabalho de uma pessoa."

Agora que parei para traduzir, me parece bastante preciso com relação à utilização que vemos em tantos filmes e séries de TV. Lembro-me que comecei a usar esse termo com Nisfer, meu companheiro de falar besteiras em qualquer língua. E mais a mais fui brincando de detectar o que seria ou não vintage.

Infelizmente, graças a um fotolog, o termo foi pro beleléu aqui no Brasil. As pessoas colocam fotos de discos da Xuxa, um screen capture dos transformes ou do changeman e por aí vai. Transformaram vintage em sinônimo de infância, ou pior, da já passada modinha "anos 80 vamos relembrar". E vou dizer aqui e agora: Vintage não é nada disso, porra! Façam o favor de observar as origens das palavras, bando de ignorantes! É complicadinho detectar o que é vintage, eu não sou um especialista, afinal não sou dono de antiquário nem de brechó (que em termos de Vintage não quer dizer muito também). Mas elaborei uma simples listinha para detectar a vintagedade de um objeto:

1 - Tem que ser um objeto! - Um seriado de TV, uma pessoa ou um filme não podem ser vintage. Uma fita do tal seriado, talvez, se a embalagem for interessante. Portanto a Vera Fischer, ou uma fita de De Volta Para o Futuro gravada de uma sessão da tarde quando você tinha 8 anos nunca será vintage. É velharia mesmo, jogue fora ou grave um pornô por cima, crie vergonha na cara e compre um DVD.

2 - Tem que ser usado! - Nada novo jamais será vintage. Digo, será no futuro.

2.a - Usado por outra pessoa! - Isso não é obrigatório (naturalmente estou falando de pessoas mais velhas, também). Algo que era seu desde sempre pode se tornar vintage com o tempo, mas dependendo do ítem pode demorar, e se você é um jovem antenadinho não vai poder esperar. Portanto, largue a mão de ser fresco e procure sim no armário do seu pai e da sua mãe. Pode ser uma mina de ouro!

3 - 20 anos no mínimo. - Se você tem belos 16 anos e acha que aquele seu chocalho é vintage, esqueça! Mas fique atento, isso não se aplica a todos os objetos, tem muita tralha de 20 anos que você ainda tem que guardar mais um tempinho até seus amigos quererem te dar dinheiro por ela.

3.a - Tem que ser relativamente raro! - Não pode estar mais em produção. Portanto, uma embalagem de dadinho não é vintage, já que até hoje ela está sendo produzida em escala industrial. Um pogobol pode vir a ser vintage (embora ainda não o considere) já que não vemos mais com tanta facilidade por aí.

4 - Tem que estar em estado de uso! - Claro. Ninguém quer nada quebrado. Se estiver estragado, conserte, coisas quebradas não são vintage; são no máximo peças decorativas, e dependendo do que for, de péssimo gosto. Mais um motivo pelo qual a Vera Fischer não é vintage, ê bagulho!

5 - Tem que ter naipe! - Uma jaqueta do Nelson Ned também jamais será vintage. É tosco e só serve de piada.

6 - Estado original e bem conservado! - É o que se chama de "mint condition" em inglês. Pode ter alguns sinais de uso, como um couro mais batido, mas nada bizarro. Portanto, se você acha muito massa colocar insul-film e vidros elétricos na sua variant pode esquecer. Fusca tunado é Hot Rod de pobre.

E acho que está bom, né? Se o ítem preencher esses requisitos, pode falar que é vintage. Não tenho muitas coisas vintage, eu oficialmente contabilizo uma vitrolinha portátil, duas latas de biscoito e uma jaqueta da goodyear muito style.

Mas acho que com o ralo público deste blog, minha lista não irá alcançar muitas mentes, só a dos meus amigos mesmo que já meio que sabem disso tudo, senão não seriam meus amigos (se você é meu amigo e achava que o Fofão era vintage, por favor não me fale!). Então, por via das dúvidas, vou usar outro termo para substituir vintage, um termo que está na raiz do vintage, de acordo com o mesmo dicionário Oxford, a palavra do franc6es antigo: vendage.

Quanto ao pin-up, quem sabe em outro post...

sexta-feira, agosto 06, 2004

uma pela equipe

uma pela equipe

Eu sou mesmo trouxa. Justo quando me acho rock descubro que podia ser muito mais. Podia falar uns palavrões mesmo, não sei do que eu tenho medo. Sei que estou certo, entendo quais são os meus defeitos, e entendo mais ainda que eles não são a razão dos problemas. Na verdade eu só quero dizer uma coisa:

vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!

Só não falei quantas vezes eu queria dizer esta única frase...

juramento

juramento

In brightest day, in blackest night, no evil shall escape my sight...
Let those who worship evil's might, beware my power, Green Lantern's light.

quinta-feira, agosto 05, 2004

bolsa que é bom, nada...

bolsa que é bom, nada...

Hoje recebi meu primeiro spam do Consulado Geral do Japão.

pattern recogniton

pattern recogniton

Acabei devolvendo a placa de vídeo que meu PC se recusava a aceitar. E quando voltei pra casa finalmente recebi um email de suporte do fabricante da placa mãe:

Dear Customer.
Due to the chipset limitation, the motherboard might not work will all AGP/PCI video card, especially those newer chipset video card such as Geforce4, GeforceFX,G force2MX400 Radeon9200, Radeon9700 video card.


Ou seja, fiz bem em devolver a placa. Agora vou investir a grana em outras atividades, que espero serem lucrativas. Aguardem novidades. ;)