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terça-feira, janeiro 22, 2008

thin air


Não gosto quando só fico cuspindo vídeo aqui, mas esse é muito engraçado.

domingo, janeiro 20, 2008

quinta-feira, janeiro 17, 2008

clean air




Agora que o MacBook Air saiu, todos estão debatendo se ele vale o preço abusivo que tem. Pessoalmente não tenho utilidade para um notebook que depende total e completamente de outro computador. Querendo ou não, ou você gasta ainda mais comprando acessórios que no fim das contas derrotam o propósito de ter algo pequeno e leve; ou regularmente precisará estar perto de outro computador para suprir a falta de um drive de DVD e a presença de uma única porta USB (e nenhuma porta de rede, apenas wi-fi).

Como regra, não acredito em pagar mais caro por algo apenas por ser pequeno (especialmente quando ele tem menos recursos que outros mais baratos). Talvez abra excessões no caso da pequeneza ser algo que de fato mude minha interação. Cabendo em um envelope ou não, o Air ainda é carregado e usado da mesma maneira que qualquer outro notebook, pode ser mesmo mais leve, mas eu não costumo sair em caminhadas com computadores à tira-colo. Se fosse algo absurdamente mágico, como um notebook que dobra todo e cabe no meu bolso, aí sim eu o consideraria mais.

Com tais recursos, o Air mais parece uma plataforma para executivos em salas de embarque ou um visualizador de slideshows em reunião. Claro, que numa roupagem ultra-chique. Na batalha entre os notebooks ultra-light, o vencedor, por incrível que pareça, é o Dell XPS.

Claro que admiro as conquistas do produto, a engenharia por trás é admirável. Em especial por um fato que as pessoas parecem não estar falando o suficiente. o MacBook Air é o computador mais amigável ao meio ambiente produzido pela Apple até hoje. Ano passado a Apple sofreu bastante no ranking de eletrônicos montado pelo Greenpeace (agora é a vez da Nintendo sofrer). O Air é uma boa reação à isso, com menos PVC e mercúrio e livre de bromo

Assim, a maior conquista do Air não é ser mais leve na sua mochila, mas mais leve na sua lata de lixo.

domingo, janeiro 13, 2008

bye bye bill


O que me irrita em Appletards é justamente o fato de serem tards. Acreditarem que Steve Jobs é um deus perfeito sendo que ele não é capaz nem da humildade de usar roupas diferentes de vez em quando. Não que ele não seja um cara muito esperto, mas pensando bem, isso o Bill Gates também é, se não fosse, não seria podre de rico.

Mas claro, não consigo pensar em nada mais deprimente do que ser um Microtard (a não ser que você seja Gates ou Steve Ballmer).

Mas a diferença ao menos está no humor, algo do qual tenho que admitir, Gates tem; sendo capaz de tirar com a própria cara e até mesmo fazer piada com o Windows Vista. Simpático.

segunda-feira, dezembro 24, 2007

apple, shut me up

Bom, se a Apple quiser fechar meu blog, lá vai:

"I believe in January will be seeing a brand new device from Apple: A multi-touch notepad to wipe-out Microsoft's UPC. It shall be called MacNote"

Aguardo o contato dos advogados

sábado, dezembro 22, 2007

please don't go, FSJ

A história da Apple comprar o silêncio de webautores está crescendo como uma bola de neve. Tanto que achei que merecia um post só pra dizer isso, mesmo que pequeno (ao invés de dar um update nesse aqui).

Agora meu admirado Fake Steve Jobs está na mira dos advogados da maça também. Inicialmente confesso que fiquei confuso, já que antes de mais nada FSJ é um piadista, e não sabia se era fato ou não. Considerando que não é primeiro de abril, acho que ele está extendendo demais o assunto para ser só uma pregação de peça.

Me faz lembrar a propaganda de um computador inspirada em uma revolução anti Big-Brother (de 1984, não o reality show, sou obrigado a dizer) e controle total. Puxa, de quem era mesmo?



Xmas update: De fato os posts que preocupam a Apple têm a ver com "informações vazadas". E parece que FSJ tomou a rota nobre, se esse post for verdade, confesso que eu pensaria a respeito (ao menos em minha atual posição.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

another one bites the apple




Resuminho da situação: A Apple entrou num acordo com o site Think Secret, um site de fãs que fofoca sobre possíveis lançamentos da companhia. Uma batalha judicial tem sido travada desde que os sites PowerPage, Apple Insider e Think Secret vazaram informações sobre o lançamento do MacMini em 2005. A Apple queria desesperadamente que as fontes dos sites fossem reveladas. No acordo foi estipulado o desligamento do site e provavelmente uma polpuda soma em dinheiro.

Não discuto que manter segredos industriais seja importante para a sobrevivência de uma companhia, assim como o boca-a-boca/hype. A questão era que os blogueiros citavam o direito jornalístico de manter suas fontes em sigilo, enquanto a Apple argumenta que blogueiros e donos de sites não são jornalistas e portanto não têm os mesmos direitos.

Desenvolvo esse argumento(canalha) para concluir que quem não está protegido pelos mesmo direitos não está atrelado às mesmas obrigações. O que para mim é algo pior ainda, e que coloca aqueles que levam a sério sua posição como jornalistas livres em uma posição vulnerável e de maior descrédito.

Até grandes veículos se pronunciaram em favor dos autores durante o caso. O que pra mim é uma notícia feliz que ajuda a colocar essa história sob um ponto de vista agridoce.

Serem reconhecidos e defendidos por veículos tradicionais é uma conquista importante para os fornecedores independentes de informação (proclamo direitos autorais sobre este termo!). Infelizmente isso se deu sob a luz de um processo feio, onde uma corporação mais uma vez se coloca à frente do direito de um indivíduo. Essa é a diferença entre um jornalista tradicional e um fornecedores independente de informações, ele dá pessoalmente sua cara a tapa constantemente, e não tem uma empresa por trás que pode ajudá-lo (se caso for de seu interesse, claro).

Outro problema desse caso é que ele pode gerar um precedente legal (no caso dos EUA) ou moral (no caso do resto do mundo), estipulando que blogueiros, donos de site e jornalistas cidadãos em geral, não são jornalistas e são obrigados a revelar tudo que uma grande companhia quiser (A Apple chegou a ter acesso a e-mails). Todo tipo de situação em que o poder de corporações é legitimado em detrimento do poder e liberdade individual me assusta e me enraivece, especialmente num caso como esse, contemplando uma atividade da qual (mesmo que levemente) faço parte.

Como foi feito um acordo, não há precedente legal. Mas a mensagem que a Apple manda é "te dou uma grana, e você cala a sua boquinha pra sempre". De fato colocando uma etiqueta de preço na liberdade de expressão de um sujeito que só queria partilhar sua curiosidade por algo que gosta.

No fim das contas, com o acordo o ThinkSecret conseguiu manter sua fonte anônima, ao custo de sua "vida". Espero que essa decisão tenha sido considerada como a única alternativa para proteger uma fonte (a alternativa nobre) e não como uma chance de tirar uma grana extra (a alternativa podre). Mas parece que estou enganado, já que o advogado do ThinkSecret está falando por aí que a Apple saiu perdendo e a liberdade de expressão venceu, não consigo entender como aceitar um suborno para calar a boca é uma vitória. Honestamente, me parece que ninguém saiu ganhando, já que o site foi calado e a Apple não conseguiu a informação que queria.

Como disse, concordo que o vazar de informações constitui um problema para a Apple (como para qualquer empresa), mas esmagar um agente externo por causa de um problema claramente interno me soa bastante injusto. A Apple deveria de fato rever internamente como a informação e o treinamento de seus funcionários atua para evitar que esse tipo de coisa se repita, já que ela preza tanto pelo sigilo.

Jornalistas por opção, uni-vos!