bye bye blogspot, hello wordpress
o no15 partiu. Agora ele reside em outro endereço. O novo endereço abrirá em alguns segundos. Atualizem seus bookmarks, readers e o caramba a quatro:
no15.fmafra.com
o no15 partiu. Agora ele reside em outro endereço. O novo endereço abrirá em alguns segundos. Atualizem seus bookmarks, readers e o caramba a quatro:
no15.fmafra.com
E para aqueles que duvidam da minha capacidade como videomaker:
Este não é um Wikimovie. Mas é endossado pelo Zé do Caixão! Produzido inteiramente dentro da CampusParty e editado em casa mesmo. Estrelando @meninaquejoga!
Tags: campusparty, campusparty08, campuspartybr, cinema, humor, pessoal, video, web, zumbis
Na última noite da CampusParty houve um protesto, que até onde eu saiba, foi o primeiro liderado por um robô (ou nem tanto, já que ele não anda tão rápido quanto seus companheiros ativistas humanos). A faixa empunhada pelos manifestantes reclamava do Senador Eduardo Azeredo (ex-governador abobalhado de Minas Gerais) e seu infame projeto de lei para cadastro de usuários de internet.
Por essa lei, todos os usuários de internet terão que fazer um pré-cadastro nos provedores identificando-se antes de poder ter acesso à rede. O "argumento" é que isso aumentaria a segurança na internet, inibindo fraudes e golpes. Na verdade, a lei foi elaborada para satisfazer os lobbystas dos bancos e de empresas de verificação on-line; que teriam seu trabalho dimunuido enquanto o trabalho dos provedores e cidadãos aumentaria.
É mais um caso claro do governo, com preguiça de trabalhar, resolver repassar suas responsabilidades ao cidadão comum, aumentando a burocracia e atrapalhando sua vida. Essa lei vai totalmente contra os projetos governamentais de inclusão digital e à própria natureza da internet. Sua elaboração mostra uma falta de compreensão de como a internet funciona, tecnica e socialmente.
Sendo que, assim como projetos de controle de armas, não irá inibir em maneira alguma os criminosos, que utilizarão laranjas, fantasmas, acessos internacionais e sabe-se lá o que mais para conseguir tocar seus "modelos de negócios".
Voltando à natureza da internet, o que quero dizer é que ela é fluída e em constante movimento. Uma prova disso é justamente o protesto na CampusParty, que conforme passava pelas diferentes áreas do evento ia tomando outras formas. Em questão de segundos o protesto também tratava de Software Livre e da liberação de Counter Strike.
Isso me fez pensar na frase estampada nos cartazes "porque lutamos?". O que leva alguém a se levantar e expressar indignação. Muitos diriam que preocupar-se com um video-game é um motivo fútil pelo qual protestar. Eu diria que não. A proibição de Counter-Strike é uma atitude retrógrada, arbitrária e sem qualquer embasamento. Se Counter-Strike pode ser censurado hoje, o que será amanhã? Pela "lógica" do juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz, inúmeros filmes e novelas jamais seriam aceitáveis.
A questão é que o protesto tomou um aspecto de clamar por liberdade em geral: De acesso (Azeredo), de escolha (Software Livre) e de expressão (Counter Strike). Dentro e fora da internet buscamos exatamente isso, liberdade, e qualquer tentativa de limitá-la por razões torpes será respondida à altura. Em especial no que se trata a rede, um lugar cheio de idéias e opiniões, onde por mais que tentem, não seremos calados.
O curioso é que Azeredo governou um estado que tem justamente a palavra liberdade estampada em sua bandeira (o mesmo estado de atuação do juiz Simões). Ele deveria dar uma voltinha em ouro preto e rever a história da inconfidência. Quem sabe depois da mineira, não teremos a digital?
Tags: campusparty, campusparty08, campuspartybr, games, hipocrisia, história, honra, livre, política, sociedade, software, web
Há um tempo atrás estava discutindo flash drives e afins com meu pai. E ele questionou qual a necessidade de se ter drives tão pequenos com capacidades tão grandes. Para aqueles que ainda se perguntam isso, direi o que disse à ele: A tendência atual é você deixar cada vez menos informações no computador, deixando-o como uma pura ferramenta de trabalho, e carregá-la consigo para onde for.
Acompanhando os flash drives temos inúmeros serviços na internet: Emails com capacidades enormes, agendas, redes de amigos, drives virtuais e muito mais.
Paralelamente, costumo brigar com alguns amigos entusiastas de internet quando tenho que avisá-los que há coisas novas de seus interesses em meu flickr blog ou coisa que o valha. Sempre digo que isso é muito retrógrado e que eles deveriam ser mais 2.0.
Agora vem o mea culpa. Nunca me aprofundei no uso de RSS e Atom, tenho usado porcamente o leitor que vem no GoogleDesktop e meus blogs favoritos no Technorati, e só. O que significava ter que ficar pulando de site em site atrás de certas novidades. Até agora.
Na casa da Mi aprendi a usar o GoogleReader. E todos vocês lendo isso deviam fazer o mesmo. Usar um leitor de feeds atrelado a um computador meio que derrota o propósito de se manter atualizado sempre, já que muitos de nós usam mais de um computador, incluindo diariamente. Creio que a combinação ideal é organizar seus feeds preferidos no Reader e pegar o feed do próprio Reader no GoogleDesktop ou em alguma extensão do FireFox em seus computadores pessoais.
Agora, se você não sabe o que são feeds, RSS, Atom ou FireFox, não sei que diabos está fazendo aqui. Crie vergonha na cara, leia na Wikipedia e corra atrás. Agora, se você não sabe o que é Google, se mate, agora.
Peguei a dica do Fake Steve Jobs:
Esse povo que empolga demais com novidades é foda. Até os quadrinhos e as tulipas já sofreram com isso.
Como mencionei nesse post, estarei trabalhando na CampusParty ano que vem.
Pois bem, agora soube de mais alguns detalhes. Se forem até o final esta página, verão alguns deles, inclusive de que trabalharei ao lado da famosa MariMoon e do ilustre Daniel Duende. Tirem suas próprias conclusões. E sobre eu ser do RJ, bem, não sei de onde tiraram isso, mas também não vou pedir correções pra não colocarem a MariMoon no meu lugar. Fiquei triste porque não tem link pra mim, isso pretendo corrigir.
Mas pensei que linkar para esse blog iria necessitar de uma maior dedicação minha aqui para falar assuntos que interessem aos outros além de mim mesmo. Além de dar uma recauchutada no visual. Como podem ver, a segunda parte está resolvida.
TAKE BACK THE WEB
Já estou começando a ficar de saquinho cheio de ficar desempregado. Estou mandando portfolios, tem alguns freelas em vista, mas nada ainda é tangível. Não estou ficando preocupado, ainda, só extremamente entediado. Eu até poderia fazer algumas mil coisas para me manter ocupado, mas a inércia é uma lei filha da puta e minha marcha está cada vez mais lenta.
Para celebrar isso tudo, finalmente criei um twitter, assim todos podem bisbilhotar minha vida em tempo real. Isso se eu continuar alimentando aquilo. Hesitei em entrar pois acho que coisas suficientes da minha vida já estão disponíveis on-line, achei que esse olhar em tempo real talvez crie uma paranóia dentro de mim. Mas dane-se, vamos testar!
Acho que também vou mentir no twitter, colocar pistas falsas sobre minha vida enfadonha. Alimentar a imaginação daqueles que já criaram para mim uma vida cheia de aventuras. Vocês verão, vou fazer sexo como nunca.
Eu não sou um bot, não sou um e-mail falso de banco ou da Americanas, sou um ser humano. E se sou seu amigo e estou te indicando um link no gTalk ou no MSN significa que quero partilhar algo com você.
Gostaria de deixar claro que não infecto computadores alheios, muito menos os dos meus amigos. Portanto, se estou passando a porra de um link é para você olhar, pois é de seu interesse, caso contrário guardaria pra mim.
Só hoje duas pessoas me perguntaram se os links que eu estava mandando eram seguros ou não continham vírus. É como se você fosse abraçar seu amigo e ele lhe perguntasse "esse abraço é seguro? você não vai quebrar meu pescoço não, né?"
Haja saco. A tendência é TROCA de informações. Acostumem-se, paranóicos, e por favor confiem ao menos nos seus amigos.
Tags: ignorancia, pessoal, web
Além de ser o melhor browser da história, o Firefox está com uma das melhores campanhas, digo, estará. E como é um software aberto, a campanha também será, através de intervenções públicas feitas pelos usuários.
Basta mandar seu plano de intervenção para o Operation Firefox e concorrer a um Nintendo Wii ou um MacBook Pro. Gênios.
Tags: gratis, livre, promoção, publicidade, web
Se meus amigos lessem esse blog ao invés de ficarem me perguntando as coisas eu não teria que digitar as mesmas coisas um zilhão de vezes no messenger. Isso é especialmente irritante quando estou tentando me concentrar em escrever para postar aqui e no overmundo sobre justamente o que estão me perguntando.
Com o Palm ainda debilitado estou usando outra ferramenta para organizar meus desejos cinematográficos, Google Calendar, totalmente web2.0. E os disponibilizo à vocês. Observem que onde há intersecções entre filmes é onde eu tenho que tomar decisões difíceis, algumas já foram tomadas, outras não.
Agora o Flickr deu mais uma dentro. É o concurso Apresente o seu Brasil para o Flickr. Basta usar os recursos normais de um grupo e dos mapas do Flickr para participar com quantas fotos quiser.
Estou nessa com certeza.
Tags: concurso, fotografia, web
Thanks for your interest in Last.fm Your email has been forwarded to the appropriate hiring manager, who will be in touch shortly if an interview makes sense.
Já falei sobre as maravilhas do Flickr duas vezes, e também sobre as maravilhas do last.fm. Agora é hora de uní-los. Como deveriam saber, na quinta estive no show do Nouvelle Vague, e lá fiz algo que não fazia a algum tempo: tirei fotos do evento.
Prontamente as postei no Flickr e em seguida usei um recurso que para mim é novidade. Ao organizá-las online acrescentei uma tag recomendada pelo last.fm que linkam as fotos diretamente à página do evento do site; que juntamente com o review que fiz, ajudam àqueles curiosos por opiniões e registros encontrá-los mais facilmente.
Mais um ponto para o last.fm. Bem, além das fotos fiz dois breves vídeos com trechos da última música tocada: Just Can't Get Enough, em uma versão diferente da que conhecia. Estão no YouTube, enjoy.
Tags: fotografia, musica, show, video, web
Os detratores de projetos colaborativos como a Wikipedia deviam dar uma lida nessa página antes de falarem bobagem. Em especial os ítens:
1 Não estamos à venda.
Se você espera que a Wikipédia seja comprada por alguma gigante da internet, não se preocupe. A Wikipédia é gerida pela Fundação Wikimedia, uma organização sem fins lucrativos baseada em São Petersburgo, Flórida - EUA. Somos sustentados por doações e nossa missão é trazer o conhecimento livre ao planeta inteiro.
Mais informações: http://wikimediafoundation.org/wiki/Main_Page
5 Nós zelamos muito pela qualidade do conteúdo.
A Wikipédia possui uma complexa relação de políticas e processos de controle de qualidade. Editores monitoram as modificações assim que elas acontecem, monitoram, também, tópicos específicos de seu conhecimento, as contribuições de um usuário, marcam artigos com problemas para que outros editores trabalhem neles, e discutem a pertinência de cada artigo e a sua permanência ou não dele na Wikipédia. Artigos com problemas são propostos para eliminação e os melhores são destacados na página principal. "WikiProjetos" focam o desenvolvimento de artigos em uma determinada área de conhecimento. Nós preocupamos sempre em fazer as coisas corretamente, e nunca deixaremos de pensar novas formas de fazê-lo.
Mais informações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Portal_comunit%C3%A1rio
6 Não queremos que acredite em nós.
É próprio de um trabalho dinâmico, como a Wikipédia, enquanto alguns artigos são de qualidade extremamente superior, outros são incompletos e mal desenvolvidos. Temos conhecimento e admitimos isso. Tentamos sempre manter um nível elevado dos artigos, é claro, e tentamos encontrar maneiras de deixar o leitor a par do nível em que cada artigo se encontra. Mesmo no seu melhor, a Wikipédia tal qual uma enciclopédia, não é uma fonte primária, e possui limitações. Nós pedimos que você não condene a Wikipédia, mas use-a compreendendo o que ela é e representa.
Mais informações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Avisos_gerais
Tags: conhecimento, creative commons, livre, web, wiki
Depois de ficar babando ovo do Flickr, é hora de falar do Last.fm. Ele faz pela música o que o flickr faz pela fotografia, mas mais inteligente.
Ele sabe as músicas que você ouve e assim vai detectando padrões no seu gosto, através disso gera estatísticas das músicas que você ouve, pareia você com pessoas com gostos semelhantes e recomenda artistas. Há um sistema de rádio embutido para que você ouça coisas sem precisar baixar ou comprar e vários outros recursos como páginas de bandas, grupos de interesse, blog e eventos.
Ah, os eventos. Você marca os eventos aos quais vai e o lasf.fm te diz quem também vai, cada evento tem uma página onde você pode debater o assunto com outros comparecedores, ler críticas e postar as fotos (que são puxadas automaticamente do flickr).
Pois eu estava de bobeira ontem de manhã quando vi que o local do show do Nouvelle Vague finalmente tinha saído, que os ingressos estavam sendo vendidos a partir de ontem, e que estavam terminando. Liguei pro Marcos e fomos correndo. Acabei comprando três ingressos na esperança de que a Mi e o Nisfer vão comigo. E algumas horas depois eles de fato acabaram.
Bem, a Mi já disse que não vai poder ir ao Show, e o Nisfer disse um talvez. Alguém tá afim?
Quando descobri o Flickr há um tempo atrás fiquei maravilhado com o simples recurso das tags, algo pra mim ainda muito novo. Para mim hoje tudo tem que envolver tags, não consigo pensar mais na internet ou no meu computador sem isso, e se você não sabe o que é isso está no mínimo uns tres anos atrasado - a falta de conhecimento mínimo das pessoas a respeito dos recursos que a web2.0 proporciona me deixa estarrecido, pretendo falar mais sobre isso no futuro aqui.
Mas quanto Flickr, agora estou brincando mais com ele de novo, explorando os outros recursos, como grupos e mapas os fantásticos brinquedinhos do BigHugeLabs.
O Flickr é um ótimo exemplo de como a web2.0 pode ser divertida. Não é apenas uma página para colocar suas fotos do ultimo chá de bebê para que seus parentes as vejam (embora eu use bastante pra esse tipo de coisa), é também para você ver e ser visto por inúmeras pessoas. Descobrir novas formas de tirar fotos.
Na minha entrevista sobre o Overmundo eu falei que uma das satisfações de participar do site era ver minhas idéias sendo apreciadas (ou depreciadas) por completos estranhos, pessoas que não tem qualquer obrigação de serem legais comigo, ou de tentarem me educar. Mostrar seu trabalho para os amigos é fácil, difícil é mostrar para todos. E foi em um dos brinquedinhos o BigHugeLabs, o DNA, que descobri que algumas fotos minhas (mesmo que porcaria) estão se espalhando pelo mundo afora.
Mas é preciso algum cuidado. Atente-se à licensa que estão aplicadas nas fotos e que você aplica às suas, para se assegurar de não estar roubando trabalho dos outros ou liberando o uso de trabalho seu que não deve ser liberado. Há também a preocupação da privacidade, com a qual muitos ficam preocupados, e ela é válida até certo ponto, só não acredito em paranóia.
Flickr, como tudo na web2.0, é uma experiência coletiva, onde todos contribuem para o conteúdo de todos. É preciso achar o equilibrio entre o que deve ou não ser mostrado, basta sempre lembrar o ponto comum: o amor por imagens. E take back the web!
Tags: fotografia, web
Desde que ouvi falar de Flickr Maps no excelente vídeo sobre web2.0 que a Mi postou fiquei com aquilo na cabeça e agora resolvi testar, e embora um pouquinho chato, é muito legal e vale muito a pena.
Lembram quando a internet estava começando a crescer pra valer? Sempre falavam: "Puxa, você pode visitar o Louvre e vários lugares do mundo sem sair de casa!". Quando finalmente consegui internet em casa, fui atrás dessa história e nunca entendi qual era a graça. Não me sentia no louvre ou em qualquer outro lugar, me sentia no meu quarto mesmo. Muito broxante.
Bem, com as geotags do Flickr! nos aproximamos um pouco mais dessa idéia. O dono das fotos simplesmente arrasta as ditas cujas para um ponto no globo (como um Google Maps) e o sujeito curioso que quer conhecer outros lugares além de ver fotos de satélite simplesmente fuça nesse mapa depois e acessa as fotos tiradas nos diferentes pontos.
Bem, eu fui o primeiro a postar uma foto de petrópolis, e o Flickr! lista São Paulo como tendo "lots" de fotos. Está na hora de outros usuários começarem a explorar e contribuir mais (web 2.0 pra mim é isso, uma constante experiência colaborativa). Para todos aqueles que adoram viajar ou sentem orgulho do lugar onde vivem creio ser essa uma ferramenta obrigatória.
Tags: fotografia, web
Bom, a funcionalidade principal que queria implementar aqui foi bem-sucedida! Agora a coluna de posts varia de largura de acordo com o tamanho do navegador ou a resolução de tela. Também acrecentei mais umas bobeirinhas ali do lado e espero essa semana acrescentar mais algumas.
A má notícia para 60% dos meus visitantes é que o blog não funciona direito no IE6 (não sei ainda como está no 7), mas quem manda não usar um navegador que preste? Estou sendo babaca mesmo, está na hora de tomar a web de volta! Eu visto a camisa total, Firefox mudou minha maneira de navegar e trabalhar.
Firefox, mais que um navegador, uma ferramenta de descoberta da Web.
Firefox + Developer Toolbar + Firebug; mais que um navegador, uma ferramenta de desenvolvimento.