apple, shut me up
Bom, se a Apple quiser fechar meu blog, lá vai:
"I believe in January will be seeing a brand new device from Apple: A multi-touch notepad to wipe-out Microsoft's UPC. It shall be called MacNote"
Aguardo o contato dos advogados
Bom, se a Apple quiser fechar meu blog, lá vai:
"I believe in January will be seeing a brand new device from Apple: A multi-touch notepad to wipe-out Microsoft's UPC. It shall be called MacNote"
Aguardo o contato dos advogados
Tags: apple, computadores, corporações, dinheiro, honra, informatica, notícias
A história da Apple comprar o silêncio de webautores está crescendo como uma bola de neve. Tanto que achei que merecia um post só pra dizer isso, mesmo que pequeno (ao invés de dar um update nesse aqui).
Agora meu admirado Fake Steve Jobs está na mira dos advogados da maça também. Inicialmente confesso que fiquei confuso, já que antes de mais nada FSJ é um piadista, e não sabia se era fato ou não. Considerando que não é primeiro de abril, acho que ele está extendendo demais o assunto para ser só uma pregação de peça.
Me faz lembrar a propaganda de um computador inspirada em uma revolução anti Big-Brother (de 1984, não o reality show, sou obrigado a dizer) e controle total. Puxa, de quem era mesmo?
Xmas update: De fato os posts que preocupam a Apple têm a ver com "informações vazadas". E parece que FSJ tomou a rota nobre, se esse post for verdade, confesso que eu pensaria a respeito (ao menos em minha atual posição.
Tags: apple, computadores, corporações, direito, honra, jornalismo, julgamento, livre, publicidade
Assista e leia:
Eu uso muito o cartão de débito. Não gosto de ter que ficar tirando dinheiro (e pagando a mais por isso, quando passo do meu limite de saques) e prefiro pagara aquele imposto safado do que só dar a grana pro banco. Mas essa propaganda agora me fez odiar cartões de débito.
Sim, é muito fofa e engraçadinha. Mas será que ninguém mais percebe o retrato podre que ele faz de nós, pessoas. Me lembra o THX 1138: Buy more, and be happy.
Tags: corporações, dinheiro, publicidade