mafra, o diretor
E para aqueles que duvidam da minha capacidade como videomaker:
Este não é um Wikimovie. Mas é endossado pelo Zé do Caixão! Produzido inteiramente dentro da CampusParty e editado em casa mesmo. Estrelando @meninaquejoga!
E para aqueles que duvidam da minha capacidade como videomaker:
Este não é um Wikimovie. Mas é endossado pelo Zé do Caixão! Produzido inteiramente dentro da CampusParty e editado em casa mesmo. Estrelando @meninaquejoga!
Tags: campusparty, campusparty08, campuspartybr, cinema, humor, pessoal, video, web, zumbis
Na última noite da CampusParty houve um protesto, que até onde eu saiba, foi o primeiro liderado por um robô (ou nem tanto, já que ele não anda tão rápido quanto seus companheiros ativistas humanos). A faixa empunhada pelos manifestantes reclamava do Senador Eduardo Azeredo (ex-governador abobalhado de Minas Gerais) e seu infame projeto de lei para cadastro de usuários de internet.
Por essa lei, todos os usuários de internet terão que fazer um pré-cadastro nos provedores identificando-se antes de poder ter acesso à rede. O "argumento" é que isso aumentaria a segurança na internet, inibindo fraudes e golpes. Na verdade, a lei foi elaborada para satisfazer os lobbystas dos bancos e de empresas de verificação on-line; que teriam seu trabalho dimunuido enquanto o trabalho dos provedores e cidadãos aumentaria.
É mais um caso claro do governo, com preguiça de trabalhar, resolver repassar suas responsabilidades ao cidadão comum, aumentando a burocracia e atrapalhando sua vida. Essa lei vai totalmente contra os projetos governamentais de inclusão digital e à própria natureza da internet. Sua elaboração mostra uma falta de compreensão de como a internet funciona, tecnica e socialmente.
Sendo que, assim como projetos de controle de armas, não irá inibir em maneira alguma os criminosos, que utilizarão laranjas, fantasmas, acessos internacionais e sabe-se lá o que mais para conseguir tocar seus "modelos de negócios".
Voltando à natureza da internet, o que quero dizer é que ela é fluída e em constante movimento. Uma prova disso é justamente o protesto na CampusParty, que conforme passava pelas diferentes áreas do evento ia tomando outras formas. Em questão de segundos o protesto também tratava de Software Livre e da liberação de Counter Strike.
Isso me fez pensar na frase estampada nos cartazes "porque lutamos?". O que leva alguém a se levantar e expressar indignação. Muitos diriam que preocupar-se com um video-game é um motivo fútil pelo qual protestar. Eu diria que não. A proibição de Counter-Strike é uma atitude retrógrada, arbitrária e sem qualquer embasamento. Se Counter-Strike pode ser censurado hoje, o que será amanhã? Pela "lógica" do juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz, inúmeros filmes e novelas jamais seriam aceitáveis.
A questão é que o protesto tomou um aspecto de clamar por liberdade em geral: De acesso (Azeredo), de escolha (Software Livre) e de expressão (Counter Strike). Dentro e fora da internet buscamos exatamente isso, liberdade, e qualquer tentativa de limitá-la por razões torpes será respondida à altura. Em especial no que se trata a rede, um lugar cheio de idéias e opiniões, onde por mais que tentem, não seremos calados.
O curioso é que Azeredo governou um estado que tem justamente a palavra liberdade estampada em sua bandeira (o mesmo estado de atuação do juiz Simões). Ele deveria dar uma voltinha em ouro preto e rever a história da inconfidência. Quem sabe depois da mineira, não teremos a digital?
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Bem, mal acabou e já tenho uma má notícia: meu HD externo foi infectado na CampusParty. Pode ter vindo pela rede, mas vou colocar a culpa no notebook que estava usando, que me foi emprestado pela organização.
O vírus em questão foi o hidrag. Depois que ele se instala no computador e faz umas alterações no registro, começa a infectar todos os EXEs presentes, a começar pelo drive C:
Pois bem, todos os EXEs do meu HD externo estão infectados. Verifiquei meu registro e não há nenhuma das entradas relacionadas ao hidrag. Assim só posso presumir que veio do tal notebook, e rodar um dos arquivos do HD poderia de fato contaminar o meu desktop. Assim, apaguei tudo do HD, sem choro nem vela.
É um virus do tipo encheção de saco, então não tem nada demais, mas eu gosto de limpeza.
Acabou! E como vai deixar saudades. Sou um cara carente. Adoro atenção, adoro ser paparicado e reconhecido. Com mérito, é claro, nada de falsidades por favor. Apesar dos problemas logísticos da minha chegada, logo de início fui calorosamente recebido pela Marina e pela Lu Freitas, bem como pelos inúmeros blogueiros lá presentes. Pessoas interessantes e estimulantes, que me deixaram embriagado (às vezes literalmente). Especialmente quando pessoas estranhas já sabiam (mais ou menos) quem eu era.
Fui esmigalhado pela quantidade absurda de informações simultâneas. Uma pessoa como eu, que gosta de prestar atenção em tudo (desde que seja interessante), socializar e produzir conteúdo, se fode lá dentro. E foi bem o que aconteceu. Me fudi. Em mais de uma ocasião minha cabeça quase fundiu. Por sorte consegui me soltar mais nos outros dias, pois o cansaço físico de noites mal dormidas e dias mal comidos poderia me mandar pro hospital.
Mesmo morando em SP, e até próximo do Parque, mal estive em casa. No máximo para uma dormida rápida, um banho e meia refeição. Foi praticamente uma semana viajando. Campus Party foi um mundo paralelo, em que eu estava constantemente nas nuvens. Com câmera e computador emprestados espremi tudo o que pude do evento.
Até o ultimo instante do evento estava aprendendo nomes e conhecendo novas pessoas. Mas o domingo foi mesmo um dia de ir embora. Poucas pessoas na bancadas e bastante movimento de mochilas e CPUs.
Depois da tempestade, sempre vem a bonança. Agora é hora de se esforçar para manter os novos contatos, descobrir como tirar as manchas azuis do meu carro, aplicar conhecimentos adquiridos (e não esquecidos) e ansear pela próxima edição.
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O site Limão produziu durante a CampusParty um filme chamado "Amor Dois Ponto Zero" estrelado por s1mone e dulcetti. É simpático e bem humorado, eu pelo menos me diverti assistindo.
Mas o que incomoda é a declaração de que ele seria o primeiro "wikimovie". O que diabos é um Wiki Movie? Não tenho muita certeza, mas garanto que este não é o caso de Amor Dois Ponto Zero.
Sites que usam o sistema (ou o conceito, como preferir) Wiki são sites em constante mudança. Os usuários podem editar o conteúdo a qualquer momento, o que estará sujeito ao escrutínio de outros usuários, editores e o diabo a quatro. Apesar de "Amor..." ter sido um esforço colaborativo entre o Limão e alguns Campuseiros, ele não é Wiki.
Para tal seria preciso que os arquivos de conteúdo do filme fossem disponibilizados, bem como sua trilha sonora, em uma licensa aberta. Assim, qualquer sujeito poderia pegá-los e retrabalhar o filme à sua maneira, soltando-o posteriormente em uma licensa cabível, e assim sucessivamente.
No caso de "Amor", considerando que a trilha sonora não é licensiada em CC ou nada do tipo, e o site Limão é copyright, creio que possa haver um conflito ainda maior.
Outros filmes já exploraram esse conceito plenamente, muito antes do Limão, e não se impuseram a alcunha de wikimovie. Isso me parece muito mais golpe de marketeiro do que intenção de aplicar um conceito.
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Enquanto não crio vergonha na cara para postar algo de verdade, vou soltar aqui um vídeo do qual participo. Gostaria de lembrar que isso foi feito com bom humor e para saber minha verdadeira opinião sobre bloggers e jornalistas leiam aqui ou perguntem pra mim.
AVISO: Nenhum jornalista foi ferido na produção deste vídeo.
Tags: blog, campusparty, campusparty08, campuspartybr, humor, jornalismo, pessoal, video
Na CampusParty, uma das melhores coisas a fazer é networking. Conhecer gente, divulgar seu trabalho e exercitar suas paixões. Levando isso em consideração, porque não usar seu próprio corpo para fazer auto-propaganda?
Estou fornecendo esse serviço. Tenho pincel atômico e caneta com ponta de feltro, e me disponho a escrever propagandas no corpo de quem quiser. Basta me achar. Lembrem-se, tenho letra bonita e o material. Tudo que peço é que me divulguem também ao mostrarem suas fotos ;)
Os primeiros clientes foram a Kakah e seu concurso de tatuagens junto com o Apocalypse. É bom que eles me divulguem também.
Tags: blog, campusparty, campusparty08, campuspartybr, design, publicidade, tattoo
Mesmo sem ter uma barraca decidi passar a noite aqui no CampusParty, e tinha plena consciência de que isso provavelmente significaria "no sleep" e foi exatamente isso o que aconteceu.
Duende e Pata me abandonaram relativamente cedo, e lá pras 23:00 o Adriano caiu fora tb. Depois de subir mais alguns videos no youtube (o que demorou pra caralho) e bundar na internet resolvi cair fora da minha área oficial. Se já era insonsa durante o dia, na madrugada então, é praticamente uma casa assombrada.
Fui encher o saco do pessoal no CampusBlog, como é de se imaginar. Me mudei de mala e cuia. E o que menos fiz foi ficar diante do computador. Muito papo, pouca coisa séria.
Foi quase um momento adolescente. Piadas infâmes, contrabando leve e algumas outras contravenções povoaram esse ambiente. O quase ápice foi a tentativa de Kaká de implementar a versão paulista do truco em um jogo com três mineiros. Obviamente a aceitação foi baixa, e a falta de jogadores dispostos a integrar um jogo onde todos estão satisfeitos com as regras encaminhou a situação ao puro escracho. Quem pagou o pato foi o segurança que tirava um cochilo na penumbra próxima.
Outros membros tentavam elaborar outras maneiras de tocar o puteiro na madrugada. O medo da expulsão foi apaziguado por mim; que lembrei entre uma tragada e outra que os únicos delitos passíveis dessa punição são sexo, álcool e cigarros.
O ápice de fato foram as lições de truco, ética na segurança e de vida do ilustre segurança Pastor (este não é seu nome, mas é como é conhecido). Uma figura simpática, bem-humorada e famosa, já tendo aparecido na televisão, inclusive desfilando no FashionWeek.
Várias outras pílulas interessantes rolaram, inclusive o fato da área CampusBlog ser a mais povoada da madrugada. E uma não tão pílula é o concurso de tatuagens, que em pouco tempo deve bombar.
Agora o sol está raiando, e sinceramente não sei se vou ficando ou se vou pra casa. Fiquem com um pequeno flagra da madrugada:
UPDATE
Vídeo do Pastor, o segurança da CampusParty
Tags: bagunça, campusparty, campusparty08, campuspartybr, evento, festa, humor

Na Folha de hoje saiu uma matéria tratando da nossa queria CampusParty. Havia as informações básicas de sempre, inclusive considerando baixo o número de mulheres presentes (cerca de 20% - que foi considerado alto pelos organizadores espanhóis) - na minha opinião, o número pode sempre ser maior.
De qualquer maneira, na reportagem o evento era chamado de festa nerd. Foi assim também que um amigo a classificou quando descrevi, e é como muitos se referem à Campus Party afinal. Hoje cedo mesmo minha irmã comentou "puta coisa de nerd isso".
E é verdade. É super nerd mesmo (ou geek se preferir, o debate sobre a diferença dos dois termos continua). Li em algum lugar, e agora vou pedir perdão pois não lembro se foi na Folha, que mal havia conversa entre os participantes, todos ficavam se comunicando exclusivamente pelos computadores - Fiquei revoltado, uma mentira deslavada, ontem, na área do CampusBlog todos estavam interagindo fisicamente (interprete como quiser). Já hoje, quando circulei mais e mudei de lugar percebi que realmente há muitas áreas em que a interação fisica é deficiente.
Isso me entristesce um pouco, já que acredito que o propósito de pagar 100 reais, se deslocar, ficar dias dormindo numa barraca e (talvez) tomando banho em um banheiro coletivo é fazer algo diferente daquilo se faz em casa. No momento testemunho de longe a grande movimentação no BarCamp e no CampusBlog, enquanto que por razões contratuais tenho que ficar nessa inexpressiva área de Criatividade.
Voltando aos nerds, hoje estão circulando pelo Campus alguns agentes do Jornal de Debates com camisetas dizendo "Para que serve um nerd?" justamente para dar uma chacoalhada no ego dos presentes. Para tirar a foto que vocês vêem aqui paguei com um depoimento para o site respondendo à pergunta (e burramente não divulguei o blog na mesma).
Na minha opinião os nerds servem para levar o mundo adiante. Ou quase. No fundo mesmo nerds são pessoas dedicadas, quando escolhem um assunto eles se entregam de corpo e alma. Esquecem convenções pequenas e vão até onde quiserem. É assim que pessoas ficam horas na fila para o ingresso de um jogo, dias acampados para um show, e uma semana acamapados com seus computadores.
Claro que há um elemento de ridículo nessas situações, mas ao se entregar o nerd escolhe dois caminhos: Percebe o ridículo e o inclui na diversão ou cria uma racionalização paranóica e leva tudo a sério. Gosto de pensar que me enquadro na primeira opção (hoje em dia, ao menos). O nerd se comporta como uma criança quando o assunto é o seu eleito, e muitas vezes aje de acordo.
Se entregando dessa maneira é que ele é capaz de levar algo ao seu máximo potencial, de fato impulsionando o mundo.
Tags: campusparty, campusparty08, campuspartybr, cultura, filosofia, geek

Um dos lances interessantes do Campus Party é que grande parte dele é feito à distância. Mesmo os que não estão fisicamente aqui estão participando do evento através de blogs, twitter, livestream, cobertura da imprensa, flickr, youtube, o próprio site do CP e muito mais.
Presente aqui, e devo dizer peculiarmente instalado na área de robótica, está a Fundação Vanzolini. Mais precisamente, a participação é da área de Gestão de Tecnologias Aplicadas à Educação da fundação.
Sendo uma instituição que trabalha com educação à distância, não posso deixar de ponderar a conexão entre educação e participação. Sendo assim, parte dessa participação à distância é suprida por eles, através da transmissão de eventos chave. Para acessá-la (e ver a programação) entrem aqui.
Além disso, dúvidas sobre a Fundação e sua atuação podem ser tiradas tanto fisicamente com o pessoal presente, quanto à distância, em um link de Video Conferência montado por eles - utilizando uma TV de plasma gigante, devo dizer. E para os com mania de grandeza e necessidade de atenção, acho que com uma conversinha é possível fazer o conteúdo da conferência ser transmitido ao vivo na internet também.
Tags: campusparty, campusparty08, campuspartybr, educação, tecnologia
Bom, o primeiro dia foi o dia de zanzar. Já contei do meu drama para entrar, depois disso ainda continou o drama para assegurar minha credencial e conseguir uma máquina na qual trabalhar.
Depois de quase 12 horas de luta e muito vai e vém entre responsáveis de diferentes níveis consegui tudo de que precisava. A piada final foi pegar o computador novamente essa manhã e descobrir que haviam removido o WindowsXP e instalado o Vista, que já está causando uns empates.
No lado humano da coisa, tive o grande prazer de conhecer fisicamente Lúcia Freitas, uma figura muito simpática e prestativa. Em volta dela vários blogueiros com os quais já esbarrara realmente e virtualmente. Justamente pelo clima simpático, com um bom equilibrio entre conversa e quietude, além de diversas afinidades; acabei me colocando na área CampusBlog, ao invés da minha área designada de Criatividade. Junto comigo estava Daniel Duende, com o qual já tinha trocado algumas figurinhas e sua ilustre companheira. Eles se tornaram meus companheiros constantes em tentar compreender o que diabo acontece aqui e onde estaria nossa querida Marimoon.
Só para esclarescer: eu, Marimoon e Duende compomos os blogueiros da área de Criatividade. Entretanto, sou obrigado a ser honesto, e digo: Marimoon não é blogueira, não por excelência ao menos. Ela não é famosa por escrever, ela é famosa por tirar fotos de si mesma em roupas divertidas, cabelos coloridos e poses engraçadinhas. Ela preenche as fantasias do público nerd que adorariam uma noite com Rei Ayanami. O assunto que Marimoon trata é Marimoon, ela é famosa por ser famosa, como qualquer um dos participantes do Big Brother. Não vou dizer se essas coisas são boas ou ruins, mas não me colocaria na mesma categoria que Marimoon jamais.
Dito isso, ela só deu o ar da graça depois das 20:00, deu uma voltinha pelas dependências, conversou com a equipe espanhola, comeu pipoca e usou o compuador dos outros e sumiu! Questiono aqui e agora qual foi a contribuição dela para o evento. Já é 13:00 do segundo dia e ela ainda não deu o ar da graça. Teoricamente somos membros de uma mesma equipe e não fomos apresentados. Claro que ela pode estar ocupada na faculdade, ou no emprego, as possibilidades são infinitas. Vou dar uma chance para ver se ela é digna do meu respeito.
Mas tudo está bem. Tenho algumas intenções exploratórias, espero que meu marasmo não me impeça de criar posts interessantes baseados nessas intenções. E lembrem do encontro de twitters as 16 no stand da telefonica.
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A richinha entre blogger e jornalistas não é novidade. O debate sobre se o conteúdo publicado por bloggers é válido ou não como fonte de informações não terminou. A imprensa tradicional, embora tenha seu lugar, como uma criança amedontrada se sente extremamente ameaçada por aqueles que escrevem por gosto (e com alguma sorte e qualidade conseguem unir isso a remuneração).
E como todos aqueles que se sentem ameaçados, assume uma posição defensiva, de coitadinho e começa a difamar numa tentativa de descreditar bloggers como classe.
Ao mesmo tempo, blogger que levam a sério seu papel como fornecedores de informação (seja de qual tipo) e formadores de opinião (embasadas ou não) estão em uma constante luta para se legitimizar. É a velha batalha dos profissionais contra os diletantes.
Um momento curioso aqui na Campus Party ocorreu hoje à tarde, quando uma reporter da globo, acompanhada de um cinegrafista passou ao lado da área CampusBlog exclamou: "Não, não. Eles sao profissionais, são imprensa" quando o cinegrafista ameaçou fazer uma tomada dos blogueiros. Essa pequena confusão me causou uma certa satisfação, e é um ótimo exemplo de que jornalista não é significado de bom jornalismo. A tal (me desculpem, não lembro o nome) fez um julgamento superficialíssimo e negligenciou uma área do evento ainda por cima confundindo-nos com sua própria laia.
Mas vamos tomar um caminho mais light, ou ao menos bem humorado. Confiram as fotos da intervenção artística de protesto que eu, Duende e sua companheira fizemos na área de imprensa. Detalhe, a ideia de "não alimentar os animais" partiu de uma certa blogueira/jornalista.
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Bom, cheguei as 11:00 em ponto no Campus Party sem diversas informações básicas, sendo que algumas dúvidas foram enviadas por email há mais de uma semana. Mas tudo bem, cheguei na cara e na coragem e fui tentar descobrir como entrar e pegar minha credencial.
Depois de duas horas zanzando em três entradas diferentes, falando com seguranças e meninas da confusa assesoria de imprensa fui resgatado por uma das meninas da produção.
A situação atual é a seguinte: Estou no notebook da Marina Vieira emprestado enquanto a minha máquina não aparece. Ao mesmo tempo estou tentando fazer com que minha máquina apareça no livestream do evento, o que após uma hora ainda não aconteceu. Imagino que seja uma questão de tempo. O twitter também está estranho no liveStream por culpa da própria equipe twitter que não garantiu o funcionamento. E já tenho uma reunião de pauta com o pessoal das TVs do evento as 16:00.
Nem preciso dizer o quanto fiquei puto de ficar esperando na porta do lugar sem que ninguém soubesse quem eu era ou me indicar à pessoa correta. Não que eu me ache o máximo, mesmo sendo, mas pelo que entendi meu trabalho e do Duende aqui é parte das atrações, e eu nunca vi um evento em que as atrações tem que ficar panguando por duas horas na porta do lugar.
Graças à Lu Freitas estou conseguindo me virar um pouco. Estou inclusive instalado na área do CampusBlog só pra conseguir um pouco mais de ajuda, sendo que na verdade eu deveria estar na área de Criatividade.
A questão toda é que o evento ainda está sendo montado. A organização não deixou tudo pronto para quando os colaboradores e campuseiros chegassem já pudessem usufruir de tudo plentamente. Estão terminando de montar o evento enquanto os usuários (de todas as esferas) estão montando suas máquinas.
Se eu tivesse sido informado que o esquema seria esse talvez ficasse menos indignado, mas eu não curto bagunça. Não esse tipo pelo menos.
Pode parecer que estou odiando tudo. Só pra esclarecer que não é o caso. De fato o clima agora é ajeitar as coisas, queria ter feito isso antes, mas até o fim do dia tudo deve se acertar. Ainda mais que meus amigos ficam aparecendo no msn e no gtalk querendo saber de tudo e eu nem sei de tudo. Mas sei que vai ser divertido. E espero que esse post saia no livestream. Por via das duvidas vou twittar um link pra ele.
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