sexta-feira, agosto 06, 2004

uma pela equipe

uma pela equipe

Eu sou mesmo trouxa. Justo quando me acho rock descubro que podia ser muito mais. Podia falar uns palavrões mesmo, não sei do que eu tenho medo. Sei que estou certo, entendo quais são os meus defeitos, e entendo mais ainda que eles não são a razão dos problemas. Na verdade eu só quero dizer uma coisa:

vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!
vai tomar no cu!

Só não falei quantas vezes eu queria dizer esta única frase...

juramento

juramento

In brightest day, in blackest night, no evil shall escape my sight...
Let those who worship evil's might, beware my power, Green Lantern's light.

quinta-feira, agosto 05, 2004

bolsa que é bom, nada...

bolsa que é bom, nada...

Hoje recebi meu primeiro spam do Consulado Geral do Japão.

pattern recogniton

pattern recogniton

Acabei devolvendo a placa de vídeo que meu PC se recusava a aceitar. E quando voltei pra casa finalmente recebi um email de suporte do fabricante da placa mãe:

Dear Customer.
Due to the chipset limitation, the motherboard might not work will all AGP/PCI video card, especially those newer chipset video card such as Geforce4, GeforceFX,G force2MX400 Radeon9200, Radeon9700 video card.


Ou seja, fiz bem em devolver a placa. Agora vou investir a grana em outras atividades, que espero serem lucrativas. Aguardem novidades. ;)

sábado, julho 31, 2004

MX

MX

Na linha do PC problemático vou falar de algo que havia reparado levemente, mas que o Hugo me fez refletir mais profundamente. Essa nova mania de usar letras para as versões dos programas. Pra que essa porra? Dreamweaver MX; Photoshop CS; Windows XP e o cacete a quatro.

É uma gracinha, é super estilinho, mas e daí? E a próxima versão do Photoshop vai ser o que? CT? TX? HV? Que raios querem dizer essas siglas?! Como vou saber qual o mais recente? O CT eh melhor que KJ, ou seria o VS? É uma puta zona dos infernos!

Quero os maravilhosos números de volta! Photoshop 8, cadê você? Eu até aceito 2004 ou 2005, é lógico o suficiente pra mim.

XP

XP

Com o PC surtando, resolvi dar um upgrade. Deu um monte de coisa errada. O que funcionou: Webcam, HD novo com cooler próprio e o microfone/fone, no melhor estilo madonna. Mas esse último funcionou médio, já que ainda não consegui ter uma conversa pelo MSN em áudio com ninguém.

Pra compensar, minha placa mãe dinossaurica é incapaz de desativar sua função video OnBoard, então a placa de vídeo novinha mto bala que comprei não é ativada por nada no mundo. Existem outros pormenores desagradáveis quanto a isso, mas não merecem ser depurados.

E pra fuder com tudo: Windows XP. Resolvi instalar essa bomba. Realmente é muit fofo, tem aquele lance de usuários com fotos e privilégios limitados que era o que eu mais queria, fora uns recursos legais como ver fotos no próprio sistema e algo mais decente na biblioteca de hardware. Mas, fora o fato de eu ter que caçar o driver de áudio, ele simplesmente não aceitava meu teclado! Eu não tinha ponto de interrogação! Não conseguia fazer perguntas! E ao tentar configurar o teclado para que funcionasse corretamente acabei ativando uma armadilha do inferno que foi o fim, não o meu fim, o fim do Windows XP no meu PC. Ele desconfigurou meu mouse, de modo que não consegui selecionar um usuário para entrar no Windows. E o windows XP não tem DOS! Então tive que usar o disco de boot, que tem um DOS limitadíssimo! A gambiarra que pretendia usar era impraticável com tão poucos comandos. O resultado foi: FORMATAR de novo! E dessa vez, nada de instalar XP que não tinha meu teclado. O 98 é tão simpático que configura meu teclado automaticamente.

XP uma vez pra nunca mais!

toxic

Toxic - Britney Spears

Ando ouvindo:

Baby, can`t you see
I`m calling
A guy like you
Should wear a warning
It`s dangerous
I`m fallin`

There`s no escape
I can`t hide
I need a hit
Baby, give me it
You`re dangerous
I`m lovin` it

Too high
Can`t come down
Losing my head
Spinning €˜round and €˜round
Do you feel me now

With a taste of your lips
I`m on a ride
You`re toxic
I`m slipping under
With a taste of poison paradise
I`m addicted to you
Don`t you know that you`re toxic
And I love what you do
Don`t you know that you`re toxic

It`s getting late
To give you up
I took a sip
From my devil cup
Slowly
It`s taking over me

Too high
Can`t come down
It`s in the air
And it`s all around
Can you feel me now

With a taste of your lips
I`m on a ride
You`re toxic
I`m slipping under
With a taste of poison paradise
I`m addicted to you
Don`t you know that you`re toxic
And I love what you do
Don`t you know that you`re toxic

Don't you know that you're toxic

With a tast of your lips
I'm on a ride
You're toxic
I'm slipping under
With a taste of poison paradise
I'm addicted to you
Don't you know that you're toxic

Intoxicate me now
With your lovin' now
I think I'm ready now
I think I'm ready now
Intoxicate me now
With your lovin' now
I'm ready now

Viciei nessa coisa tóxica. E também estou viciado em algo, ou alguém, nada tóxico.

sexta-feira, julho 23, 2004

perhaps, perhaps

Melhorei e voltei pra SP. Não só melhorei como foi uma das viagens em que mais dormi, nem escutei discman, 5 minutos depois de sair da rodoviária tinha capotado. Mas pro meu azar, na garagem da empresa, subiu mais gente, inclusive um falastrão que demorou a capotar e um outro cara, que além de roncar absurdamente sentava com as pernas altas encaixadas na cadeira da frente impedindo minha passagem, afinal de contas ele obviamente estava ao meu lado!

Quando quis descer na parada escalei a poltrona da minha frente, deslizei por ela e fui mijar feliz. Na volta simplesmente pulei o cara, numa manobra delicada que se tivesse sido fotografada por alguém mal-intencionado daria pano pra manga. Quando o ônibus chegou na rodoviária, o cara não acordou nem depois que eu o curuquei, então tive que fazer o lance de deslizar de novo. Inspirado pela Gabi tomei um café e comi um donut ainda na rodoviária, fazia um tempão que nao comia um, muito bom.

E é então que chegamos em casa! Apenas para encontrar várias coisas da minha vó no quarto; uma barra de busca invasora no Internet Explorer e pra fechar com chave de ouro uma versão de Perhaps, Perhaps com o Cake no winamp! Argh! Justo a música que coroou a viagem, estraga por essa banda pentelha! Pelo menos ganhei um troquinho da vovó e hoje a noite mesmo estou indo pra Barra do Una ou Juqueí na casa do Ferraz pra dormir e ir ao casamento da Marina amanhã.

E também me chega de presente do Centro Cultural Banco do Brasil um livro: Cinema Marginal Brasileiro das décadas de 60 e 70.

quarta-feira, julho 21, 2004

batman theme

Ai vai o set que o DJ Bruce Wayne mando no Café com Letras na última segunda, dia 19/07:

Sun Ra & The Blues Project - Batman theme
Belle & Sebastian - Step into my office
Air - Playground love (remix)
Yo La Tengo - You can have it all
Peanuts theme song
Chicago Soundtrack - Roxie
Spider-Man cartoon theme
Big Star - Thirteen
Velvet Underground - Sunday morning
Pizzicato 5 - Such a beautiful girl like you
The Cure - Catch
Barber Shop Quartet - Mr. sandman
Primal Scream - Keep your dreams
Teenage Fanclub - Some people try to fuck with you
White Stripes - In the cold cold night
Cardigans - Sabbath bloddy sabbath
Pizzicato 5 - Strawberry Sleighride
Primal Scream - Movin' on up
28 days soundtrack - End credits
Clarenc "Frogman" Henry - But i do
Ella Fitzgerald - Someone to watch over me
Tonny Bennet - Swingin' on a star
Donovan - Jennifer juniper
The Detroit Cobras - Last nite
Velvet Underground - What goes on
Garbage - The world is not enough
Speed racer theme
Marianne Faithfull - Ballad of lucy jordan
Color Filter - Satellite of love
Atari Teenage Riot - Sex
Primal Scream - Space blues #2
Beck - Golden age
Radiohead - No surprises *
Belle & Sebastian - She's losin' it
Cardigans - Nasty sunny beam
Gentle Waves - Falling from grace
Luna - Four thousand days
Yoko Kanno - Mushroom hunting
Tom Jobim - Gabriela
Petula Clark - Downtown (german)
Shirley Bassey - Goldfinger
Monty Python - Allways look on the bright side of life
Richie Valens - Sleepwalk
Silent Hill theme
More then this
The Villains - Batman
mûm - there is a number of small things *
Bob Dylan - Hurricane
Daft Punk - Digital love *
Ladytron - Evil *
Dealership - Tojour ta fille
Garbage - Milk *
David Bowie - Thursday's child *
Eric Serra - Five milennia later
Evangelion Soundtrack - Asuka strikes!
The Supremes - Stoned love
Belle & Sebastian - I'm a cuckoo
Julie London - Fly me to the moon
David J - This vicious cabaret
Tori Amos - Happy phamtom
Keane - Somewhere only we know
Badly Drawn Boy - Silent sigh
Nina Persson - The bluest eyes in texas
Manic Street Preachers - Ocean spray
Velvet Underground - Femme fatale
Tonny Bennet - Jeepers creepers
Aimee Mann - Nobody does it better *
Super Furry Animals - Juxtaposed with u
Velvet Underground - Stephanie says
Cardigans - Rise & shine
NÃO LEMBRO O ARTISTA! - Rockin' Robin
Urge Overkill - Girl you'll be a woman
Shudder to Think - Ballad of maxwell demon
Iggy Pop - Lust for life
Yo La Tengo - The cone of silence
David Bowie - Space oddity
Pizzicato 5 - Rock'n'Roll
B. J. Thomas - Raindrops keep falling on my head
Sala Especial - Oscilator island
Nancy Sinatra - These boots are made for walking
João Gilberto - Lobo bobo
Radiohead - Fake Plastic Trees *
Silvinha - Primeira Desilusão
Yo La Tengo - Let's save tony orlando's house *
Primal Scream - Autobahn 66
Sonic Youth - Teenage riot
Primal Scream - Slip inside this house *
David McCallum - Batman

* Músicas que tive o gostinho de adicionar uns efeitos no CDJ. Muito divertido.

kingdom

Um passeio no hospital Madre Teresa.

Atendente: Religião?
Mafra: ATEU

Confesso que não pretendia falar tão alto. Pobre moça ainda explicou o motivo de fazerem essa pergunta. Na verdade agnóstico, mas tinha medo que ela não entendesse.

fever

estou ainda em BH. e doente. 39 graus de febre. era o que me faltava. não estou me aguentando.

terça-feira, julho 20, 2004

fuck all

Há quem ache que sou uma espécie de Pronto-Socorro de porcarias e que tenho que estar disposto a dar 500% a qualquer momento depois de semanas sem me dar notícias.

Vai ver se estou na esquina!

sem artigos

É meio complicadinho mesmo. Eu costumo ter noção de quando estou fazendo algo imoral, inortodoxo ou simplesmente incorreto; e me preparo totalmente para as conseqüências desse tipo de ato caso eu seja "pego no pulo", mas ao mesmo tempo, obviamente, tento evitar ao máximo ser pego.

Mas é um problema quando faço que acredito ser totalmente inocente e sem qualquer subtexto e tudo acaba desandando. Não há como controlar como os outros vêem certas situações. Dependendo do sujeito eu não estou dando a mínima, e há uma lista enorme desses sujeitos. Mas existem também aqueles que eu não quero desapontar, e existe uma em específico que tenho muito medo de que isso aconteça.

Ela é a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos. De longe. Não há como descrever sem soar totalmente ridículo, portanto irei me poupar e poupá-los também; o que importa é que ela sabe. Mas ao mesmo tempo ela não me conhece a tanto tempo pra saber que tenho vários momentos de total inocência absurda, realmente acho que as pessoas estão sendo honestas comigo e não entendo que possa haver alguma intenção por trás; e nessa inocência acabo cometendo algumas gafes. Meus conhecidos de tempos sabem detectá-las, assim como sei detectar neles outras falhas de personalidades e compreender que vem com o pacote, gosto deles assim mesmo.

Gosto dela.

segunda-feira, julho 19, 2004

bh chronicles 2

E hoje, procurando algum recipiente móvel interessante para levar os CDs na discotecagem encontrei um notebook dentro de uma bolsa! Ou seja, alguém deixou o notebook aqui dentro enquanto eu dormia.

bh chronicles

Tudo começou há duas semanas. Decidi que iria para Belo Horizonte. Mais que rapidamente contactei meu bom amigo, hóspede e anfitrão constante, André. Ele mencionou que viajaria um dia antes da minha chegada, mas que eu poderia me hospedar em sua casa sem problema algum; algo que ele já havia oferecido em uma outra oportunidade mas acabou não acontecendo. Fiquei contente e aliviado e me preparei psicologicamente para tudo.

Na semana seguinte confirmei minha ida e ele disse que deixaria as chaves da casa na Rádio de seu pai, a Geraes FM. Perfeito. Dois dias antes da ida ainda liguei em sua casa, onde deixei um recado na secretária eletrônica imaginando que eles já havia partido para sua grande viagem sul-americana. No dia posterior tentei mais uma vez, e novamente ninguém atendeu, mas agora não deixei recados.

Então parti na terça à noite acompanhado de Marcos e na quarta de manhã fomos recebidos na rodoviária pela Mi. Fomos de táxi, com mala e cuia (e que mala!) direto para a geraes. Eram 8:30 e para meu espando não havia ninguém lá, o lugar estava fechado e vazio, no radio a programação continuava, e não tão espantosamente não havia qualquer locução, apenas musicas e vinhetas prontas. Começando a preocupar-me, ligo para o André, mais uma vez sem resposta, tento o Hugo, para me salvar, e obivamente ele provavelmente estava dormindo; Gabi então é convocada, e já está a caminho para nos ajudar. E é esperando a Gabi que a mocinha da rádio, cujo nome me escapou chega. Apenas para dizer:

"O André não deixou nenhuma chave"
e completar:
"Ele ainda está em BH"

Ela ainda confirma com Gil, o motorista da família. E é verdade. Tento ligar novamente para o anfitrião e fico sem resposta. Gabi chega em seguida e nos acolhe em seu lar. Almoço gostoso, uma cochilada e altos papos depois finalmente consigo falar com André.

Já acolhido em seu lar, Marcos e eu socializamos com a nova namorada, a tia/sogra e Alastair. Minha namorada chega e estamos preparados para levar o grupo até o aeroporto. Como sempre, saímos atrasados, ainda temos duas paradas pra fazer, na hora do rush mineiro (que equivale às 4 da tarde em SP). Uma das paradas é totalmente infrutífera e a segunda parada é abortada, fica decidido que eu e Mi deixaremos a tia na rodoviária na volta do aeroporto.

Acabamos chegando no ultimo instante e tudo dá certo. Deixamos a tia e voltamos pra casa. Até aí ainda tudo estava tranquilo até que....

Na sexta-feira à noite, prester a finalizar o jantar que estava preparando; o telefone toca, é o André com problemas para cruzar a fronteira. Ele recruta minha ajuda. Ele poderia ter resolvido atravéz de outros métodos e eu poderia simplesmente dizer que era fora de minhas capacidades ajudá-lo, mas por uma questão fraternal e de honra decido ajudar. Uma boa correria depois tudo parece que deu certo, afinal André não ligou novamente até hoje.

Na tarde seguinte, quando acordo, olho no lugar onde havia deixado a chave do carro (que usei na emergência da noite anterior) e não a encontro. Não dou muita bola pois creio que o Marcos ou a Gabi poderiam tê-la deslocado enquanto eu dormia. Marcos acorda e conta que a Gabi sequer subiu ao apartamento e que ele não vira a chave. Uma busca se inicia, sem sucesso. Mi sugere verificar se o carro ainda está na garagem. E não está.

No lugar, um Land Rover que conheço há anos com Gil, o mencionado motorista, dentro. Ele explica que Jeane (mãe do André) entrou no apartamento, pegou a chave, e levou o carro embora enquanto dormíamos.

Poxa, custava deixar um bilhete?

sábado, julho 10, 2004

2000 ad

Hoje li uma história do Juiz Dredd em que ele prendia um criminoso que tinha um equipamento de "dobra temporal"; permitia que ele esticasse o tempo em torno dele, assim, horas para ele seriam apenas alguns segundos para nós. Desse jeito ele conseguia realizar crimes como se fosse invisível e extremamente veloz.

Esse é um tipo de dispostivo que eu sempre quis ter. Como numa conversa com o Nisfer há muito tempo, seria na verdade um controle remoto do tempo. Onde eu poderia pausar, acelerar ou rebobinar à vontade. Como num DVD, poderia pular direto para cenas específicas e também colocar bookmarks nos momentos mais interessantes. Assim a vida seria um eterno aproveitamento de momentos. Eu não poderia alterar o tempo, nem pular para um tempo onde eu ainda não tenha vivido. Caso eu voltasse ao passado, estaria dentro de meu próprio corpo, mas incapaz de interagir de maneira diferente, não teria controle sobre mim; como em Quero ser John Malkovich seria apenas um espectador, nesse caso, dentro de meu próprio corpo.

Parece saudosista demais, mas não seria apenas para você reviver os melhores momentos. Mas nem tanto por isso, o recurso de pause seria de grandissíssima valia. Eu poderia estar em qualquer lugar em instantes, distâncias seriam totalmente insignificantes, jamais sentiria saudades de ninguém. Fora que manipulando essa ferramente corretamente, eu poderia ganhar uma grana boa. Eu iria aproveitar a vida como jamais seria possíel.

quinta-feira, julho 08, 2004

primary colors

"Gostaria de agadecer à Austria por nos ter dado o governador da Califórnia. Poderemos vir a ter nosso primeiro presidente austríaco. O que é bacana. Os alemães tiveram um presidente austríaco, e agora nós também podemos ter um."
Michael Moore, em entrevista coletiva, Bush não é o bastante. Folha de S. Paulo. Ilustrada, p. E10.

Que frase infeliz. Extremamente. É de um preconceito e uma ignorância ímpares. Eu estou ciente de que todos nós falamos asneiras de vez em quando, mas é preciso ser mais atencioso quando estamos dando uma coletiva para a imprensa internacional. Moore está me cansando.

Eu adorei Tiros em Columbine e estou ansioso por ver Fahrenheit 9/11, e não duvido que seja bom. Creio que ao fazer filmes Moore está em seu território e sabe explorá-lo para dizer o que pensa. E é isso que quero destacar: Dizer o que pensa. O que não necessariamente é a verdade. Tiros é um filme muito bom que fez perfeito sentido e acho que mereceu tudo que levou (mesmo eu não acreditanto em Oscars, se quiserem, podem pular esse). E dentro disso, devemos nos lembrar que ninguém é imparcial, todo documentário tem algum objetivo e achar que mesmo cineastas que mostram as trágicas vidas de deficientes mentais tem algum tipo de objetivo (nesse caso costuma ser arrancar o máximo de lágrimas). Alguns podem até ser malignos, vai saber. No caso de Tiros, o objetivo não me pareceu leviano, pelo contrário, chamou atenção para um problema bastante explícito e pouco me importa se Moore usou métodos pouco ortodoxos para provar suas idéias, tal como dar uma de Otávio Mesquita na casa do Charlton Heston. Fahrenheit 9/11 ainda espera meu julgamento.

A questão é que os livros de Moore são outra história. Ele não é tão bom autor quanto é cineasta, e não é tão bom pesquisador nesse sentido. E em vários momentos parece tão retrógado e mongolóide quanto Bush. Como na questão (que aparece no filme Roger e Eu proeminentemente) de que as fábricas americanas irem para países de mao de obra mais barata é algo ruim para os EUA. Pobres trabalhadores yankees, não é mesmo? Ninguém para pra pensar nos trabalhadores mexicanos ou brasileiros? Que tal melhorar as condições de trabalho em todos os lugares e aí veremos onde é justo ou injusto colocar uma fábrica. Choramingar por desemprego é uma coisa, não ter dignidade é outra.

Assim, somos oubrigados a ouvir essa asneira sobre a Áustria. Até agora Moore estava indo até que muito bem, mesmo com alguns tropeços. Mas isso foi absurdo. É como quando um amigo meu levou o pé na bunda de uma japa, desde então a família só fala mal de japas, claro, afinal, se uma é uma destrói-corações, todas devem ser; mas aposto que eles não se lembram de todas as outras ocidentais que fizeram o mesmo com o pobre rapaz. Por essa lógica, os EUA não deveriam ter um presidente norte-americano, já que Reagan, Nixon e os Bushes eram todos americanos e uns grandes filhos da puta que enganaram seus governados e o resto do mundo com planos traiçoeiros que custaram vidas.

terça-feira, julho 06, 2004

cold gin

Fiz o teste pra ver o quão alcóolatra eu sou. Achei um exagero, nem bebo tanto assim, até gostaria, mas tenho preguiça e pouco dinheiro. De qualquer jeito, fui classificado como

Categoria 3: Bebedor Social Excessivo.

Os benefícios que o álcool traz ao bebedor social excessivo s?o mínimos e, mesmo assim, somente para o estado psicológico, já que ainda promove a descontraç?o social, melhorando a aproximaç?o entre pessoas e o relacionamento interpessoal. Contudo, n?o faz bem à saúde física, pois ao longo dos anos poder?o surgir problemas de saúde relacionados ao uso do álcool em excesso.
Independente de sua idade, já é o momento de você começar a "policiar-se" para n?o atingir a Categoria 4. A melhor maneira de controlar-se é fazer um compromisso sério consigo mesmo de n?o ingerir mais bebidas destiladas, já que neste nível de alcoolismo isso é possível.

quarta-feira, junho 30, 2004

lobo bobo

Postando pouco. Estou namorando :P Estive doente, tomei remédios direto na veia como um moribundo (coisa que não estava) e agora estou zerado.

E irei pra BH em julho. Entre os dias 14 e 20. Mais detalhes seguirão.

segunda-feira, junho 28, 2004

come together

A quem interessar possa, vou comermorar meu
aniversário tardiamente na próxima quinta juntamente
com minha amiga Xú. Nomes estarão na lista. Fui!


QUINTA - 1º de Julho / 2004
OXFORD PUB (sob nova direção)
Al Lorena, 1922 - Jardins
a partir das 21:30hs

Couvert LIBERADO:
R$5,00 / mulher
R$10,00 / homem

som: ROCK/BLUES....

quinta-feira, junho 17, 2004

a scanner darkly

Desde meados da década de 90 que o mercado de quadrinhos como um todo anda meio abalado. E tem tido problemas para se recuperar, mesmo com a onda de adaptações para filmes, as vendas de quadrinhos não retomaram o vigor que tinham na década de 70 e 80.

Eu estou falando mais do mercado norte-americano, de onde vem a maioria dos quadrinhos consumidos aqui no Brasil, mas até mesmo no Japão, onde quadrinhos é uma parte intrínsica da cultura, existe uma queda de vendas nos últimos anos (pequena, mas é uma queda).

O mercado de quadrinhos sempre foi meio esquisito no Brasil, mas me parece que nos últimos anos tem se mostrado mais promissor. O fim do monopólio da Abril, que começou quando a Globo lançou revistas da Image no fim dos anos 90; e que culminou com a Abril caindo fora do mercado de heróis, ficando só com quadrinhos Disney, e passando o bastão pra Panini, é um ótimo exemplo dessa onda positiva. As publicações da Panini são de uma qualidade infinitamente superior, onde você nota uma preocupação com a fidelidade ao material original de publicação, e em alguns casos, até uma memória. A realidade do leitor brasileiro é levado em conta, já que várias revistas são compilações do que é publicado em mais de uma revista nos EUA (já era uma prática da Abril a milênios, mas ou a edição era uma porcaria, ou era cara pra dedéu). Claro que os preços tem subido, o dia que os preços abaixarem em alguma coisa por aqui, me avisem!

Outras editoras, como Conrad, Opera Gráphica e Brain Store tem nos trazido mais materiais "paralelos" das majors (é um termo mais fonográfico, mas pra mim vale pra Marvel/DC/Image) além de preencher anos de vazio do mercado de quadrinhos alternativos e orientais.

Na minha opinião, algo que simboliza que o mercado de quadrinhos no Brasil é algo viável e lucrativo é a notícia de que o primeiro número da mini-série 1602 está se esgotando e será re-impresso em breve. E pra quem não sabe, 1602 conta a história do universo Marvel 400 anos no passado, e é escrito por Neil Gaiman (Sandman); e parece ser muito bom, é como quando Frank Miller e Alan Moore deram seus respectivos pitacos em Batman, pegando um herói consagrado e dizendo o que eles achavam do assunto.


mais uma bem sucedida parceria de autoral e super-heróis

terça-feira, junho 15, 2004

Depois de zilênios, um teste:






Which 24 Character Are You?

segunda-feira, junho 14, 2004

batman forever



Usei o título desse engodo cinematográfico pra falar na verdaed do próximo filme do morcegão: Batman Begins (de onde veio essa foto aí de cima). Que como o nome sugere irá zerar o contador e falar do Batman no começo de carreira, ignorando completamente o que Burton e Schumacher fizeram nos outros filmes.

Não vou me esticar muito, na Newsweek dessa semana saiu uma matéria bastante completa sobre o assunto e no Omelete dá pra conferir um pedacinho dela em português e fuçando bastante, algumas imagens a mais.

domingo, junho 13, 2004

higher than the sun

Feriado = Fazenda = Filme.

Fomos rodar mais cenas do nosso super curta na fazenda. Mais uma vez tivemos uma dose de sorte e conseguimos fazer umas tomadas excelentes. Pra compensar, tivemos também azar e choveu o dia inteiro no sábado, isso comprometeu algumas cenas, até rodamos, mas talvez eu nem use o que foi gravado, verei como fica na edição. Vários momentos engraçados e muito frio. Levamos outra camera para filmarmos backstage, mas a bateria era louca e gravamos pouco. Mas também gravamos o Nisfer falando muita merda e zanzando pelos canaviais enquanto tocava sua música.

Descobri que a diversão dos jogos do Pokémon pra gambeoy podem ser expandidas infinitamente quando se coloca palavrões e xingamentos em inglês como nomes dos personagens.

O grande problema é que o som de várias tomadas está horrível, teremos que dublar. Reunião essa semana para avaliar exatamente o que será dublado.

sábado, junho 12, 2004

something changed

É meu aniversário, estou na fazenda passando frio sob a chuva. Estou trapaceando usando os super-recursos do Blogger.

O que mudou? Estou apaixonado. Ano passado eu também estava, você pode dizer, mas a diferença é que ano passado doía, porquê não era correspondido. É besta, é rídiculo, fico com vergonha, mas é verdade. Eu tentei esconder por um tempo, especialmente de algumas pessoas em específico, com medo de causar-lhes dano. Mas se o dano vier, ele é inevitável, pois a paixão é inevitável, se alguém tem algum problema com o que estou sentindo, que venha falar comigo. Algumas pessoas já sabem bem de toda a história a sabem de quem estou falando, outras não tem a menor idéia e outras tem uma idéia bastante errada.

Aliás, lembrando do conselho de uma amiga: Estou falando de uma menina. Quem fala que está gostando de uma "pessoa" é gay, segundo algumas teóricas. ;D

E a menina é uma das pessoas que sabe. E eu também sei. E melhor do que saber, é poder.

segunda-feira, junho 07, 2004

country hell

Alguns já estão por dentro, mas vou espalhar mais a notícia. Eu sei que está um pouco em cima da hora, mas pra quem não tem plano algum é uma boa. No feriado estarei indo pra minha fazenda em Icém, a 70km de São José do Rio Preto (500 km de SP). Junto com o Marcos, o Nisfer e a Elisa vou filmar cenas pro nosso curta em andamento, que ficará detonante se tudo correr bem.

Além disso, no sábado vai ser meu aniversário. Vai rolar um churrasco e uma festinha familiar a noite tb. A fazenda é bem tranquila, mas sem mtos luxos tb. Tem lugar pra dormir e lugar sobrando no carro, se alguém estiver afim de nos acompanhar, é só dar um toque.

domingo, junho 06, 2004

ghost in the shell

Hoje, festcomix com a debbie e esbarrão com Gabriel e Eduardo (irmão da adriana). E então esbarro com a mini-pessoa na frente da Blockbuster aqui perto de casa. Que viagem. Mas é legal encontrar pessoas inesperadamente.

sábado, junho 05, 2004

back to the future

Bom, por mais que eu não goste, este será um posto do tipo "blog diarinho" por que o que eu fiz hoje foi divertidíssimo. Dia de ser criança (será uma crise devido à proximidade com o aniversário? - acho difícil).

Comecei às 0700 sendo acordado pro meu pai. A gente tinha horário pra chegar na Morro Vermelho Táxi Aéreo. Chegamos e dois companheiros de vôo já estavam lá, pouco depois chegou o Chefão 1, que comandava a operação. Fomos pro helicóptero e mal estávamos entrando na área de passageiros quando ele perguntou: "alguém quer vir aqui na frente?" corri pra sentar lá na frente, claro! Meu primeiro passeio de helicóptero tinha que ser com o máximo que me oferecessem.

O Vôo levou mais ou menos uma hora até a casa do Chefão 2. Fiquei igual bobo tirando foto de tudo, de mim, da nave, do que acontecia no solo. Coloquei aquele fone de ouvido e ouvia as conversas no rádio, experiência completa. Troquei algumas palavras com o piloto também.

Chegando lá nos levaram de van até o lugar do show aéreo. Ficamos instalados em uma sala no prédio da torre de controle, visão privilegiada (em alguns momentos eu estava no alto do prédio, ao lado da torre, mas fui expulso). O show foi bem interessante, com uns aviões legais expostos e a participação do pessoal do Senta a Púa, dos quais eu conversei com alguns. Também rolou demonstração do exército com direito a lança-chamas e esmagamento de carcassas de carros com um tanque. Obviamente teve Esquadrilha da Fumaça, e também dois argentinos acrobáticos malucos (um deles usa um treco que é praticamente um ultraleve).

Tirei várias fotos ótimas, inclusive umas do dirigível da Goodyear que passou bem perto de nós. Mas justo quando ele passou literalmente ao lado do prédio eu estava distraidíssimo e a camera guardada longe de mim, e perdi essa.

Na volta, ao invés da van pegamos uma carona em um Volvo XC90; que era um dos patrocinadores. Não quis nem saber e já determinei que sentaria na frente. Algumas piadinhas depois já estávamos de volta ao helicóptero, e eu no banco da frente de novo, também sem pedir a opinião de ninguém.

Para completar o dia de criança feliz, ao sair do hangar, eu e meu pai, parados no sinal, vemos uma loja de carros antigos. Comentamos os modelos que conseguimos ver quando eu, ao ver a ponta do carro exclamo: "É o DeLorean!!", ele sugeriu que a gente fosse lá verificar e assim fizemos. Consegui descobrir onde está o unico DeLorean do Brasil. Será que vou comprar? ;)

OBS: Pra quem não sabe, DeLorean é a máquina do tempo do filme De Volta Para o Futuro.

quinta-feira, junho 03, 2004

thursday's child

Meu aniversário de aproxima, portanto atualizei a lista de presentes. Na verdade as duas coisas que eu mais quero não são materiais e estou indo atrás do que preciso para conseguí-las. Mas todo mundo adora um mimo e eu não sou excessão ;)

revolution in the classroom

Eu ando assistindo à NHK, canal estatal Japonês. Assisto ao noticiário em inglês e um pouco dos noticiários em japones, mesmo não entendendo patavinas. Ontem estava vendo como de costume e vi algumas cenas gravadas em uma escola, com uma mulher feia falando numa espécie de coletiva de imprensa. Em certo momento, mostraram essa foto:



Mas continuei sem entender a notícia. Falei umas bobagens como sempre, e fim.

Mas hoje, lendo a Folha me deparei com a mesma foto e a seguinte notícia:

Menina de 11 mata colega de classe de 12 no Japão

A estudante Satomi Mitarai morreu de hemorragia em sua colégio primário. Seu corpo foi encontrado por uma professora durante o horário de almoço em uma sala de estudos vazia.

A autora do assassinato, cuja identidade foi mantida anônima, retornou à sala de aula coberta de sange e, mais tarde confessou o crime à polícia.

O assassinato é mais um de uma série de crimes violentos cometidos por crianças, que vem chocando o Japão.

O país registrou um total de 212 crimes graves cometidos por menores de 14 anos em 2003. O índice representou um aumento de 47% entre 2002 e 2003. (...)


[do site da BBC Brasil]

Violência gráfica e falta de valorização da vida humana. Pelas informações que peguei, as meninas se comunicavam pela internet depois das aulas; e a assassina teria se zangado com comentários de Satomi e por isso a matou. Mas de maneira nenhuma estou julgando o Japão como uma nação de desalmados, o que muitos provavelmente farão. Basta lembrar que no Brasil toda semana temos casos de violência em nossas escolas e filhinhos de papai agredindo mendigos ou membros da classe trabalhadora; fora outros casos de maior projeção como os assassinatos em escolas americanas. Ou mesmo as peripécias dos Hooligans no Reino Unido e as torcidas organizadas brasileiras...

quarta-feira, junho 02, 2004

new york telephone conversation

Meu celular é uma ferramenta de comunicação 24 horas. Se for pra assuntos urgentes/importantes e/ou coisas boas de ouvir, é só ligar que não fico bravo (posso estar grogue ;)

Me lembro de dois casos em que essa ferramenta, e liberdade, foram usadas de maneira imprópria; numa delas eu estava bem acordado falando bobagens com alguns amigos e continuei falando-as no telefone. E da outra não o ouvi tocar e ficou só o recado impróprio na caixa postal (lembro de ter relatado sobre isso no blog, em um post de meses atrás).

Ainda bem que da última vez que usaram esse recurso foi pra algo bom. Quem sabe um dia eu conto...

city

Eu lembro de quando ouvia meus amigos estudantes de faculdades públicas reclamando de greves. Não era capaz de compreender a magnitude de tal evento. Agora sou. Merda de greve da USP que fechou a porra da biblioteca me fudeu! Eu preciso de informações contidas dentro daquelas paredes!

Fora que criou-se uma situação dupla. Embora tenha-me permitido ganhar algum tempo, já que a apresentação do seminário está suspensa indefinidamente, não consigo progredir totalmente na outra pesquisa, que atualmente considero mais importante. A super-pesquisa está estagnada em duas frentes, já que não consigo localizar uma pessoa-chave também (mas isso nada tem a ver com a greve).

E então vai acontecer o seguinte: A greve acaba e eu tenho que apresentar um seminário que não está pronto (também por falta de material que esta na biblioteca) e correr igual um maníaco pra não perder as datas sa super-pesquisa.

Pau no cú.

segunda-feira, maio 31, 2004

oh!

Recebi isso por e-mail hoje. Achei muito engraçado, mas nem vou traduzir porque num tenho saco e também porque alguns perdem a graça se traduzir, especialmente o número 3.


How to explain the meaning of words?

1. Cigarette: A pinch of tobacco rolled in paper with fire at one end & a fool at the other.

2. Love affairs: Something like cricket where one-day internationals are more popular than a five day test.

3. Marriage: It's an agreement in which a man loses his bachelor degree and a woman gains her master.

4. Divorce: Future tense of marriage.

5. Lecture: An art of transferring information from the notes of the lecturer to the notes of the students without passing through "the minds of either".

6. Conference: The confusion of one man multiplied by the number present.

7. Compromise: The art of dividing a cake in such a way that everybody believes he got the biggest piece.

8. Tears: The hydraulic force by which masculine will-power is defeated by feminine water-power...

9. Dictionary: A place where divorce comes before marriage.

10. Conference Room: A place where everybody talks, nobody listens & everybody disagrees later on.

11. Ecstasy: A feeling when you feel you are going to feel a feeling you have never felt before..

12. Classic: A book which people praise, but do not read.

13. Smile: A curve that can set a lot of things straight.

14. Office: A place where you can relax after yourstrenuous home life.

15. Yawn: The only time some married men ever get to open their mouth.

16. e.t.c.: A sign to make others believe that you know more than you actually do.

17. Committee: Individuals who can do nothing individually and sit to decide that nothing can be done together.

18. Experience: The name men give to their mistakes.

19. Atom Bomb: An invention to end all inventions.

20. Philosopher: A fool who torments himself during life, to be spoken of when dead.

21. Diplomat: A person who tells you to go to hell in such a way that you actually look forward to the trip.

22. Opportunist: A person who starts taking bath if he accidentally falls into a river.

23. Optimist: A person who while falling from Eiffel Tower says in midway "See I am not injured yet."

24. Pessimist: A person who says that O is the last letter in ZERO, Instead of the first letter in word OPPORTUNITY

25. Miser: A person who lives poor so that he can die rich.

26. Father: A banker provided by nature.

27. Criminal: A guy no different from the rest... except that he got caught.

28. Boss: Someone who is early when you are late and late when you are early.

29. Politician: One who shakes your hand before elections and your Confidence after.

30. Doctor: A person who kills your ills by pills, and kills you with his bills.

31. Computer Engineer: One who gets paid for reading such mails...... ;)

terça-feira, maio 25, 2004

satan

Spam em si já é algo desagradável. Mais desagradável ainda é receber nele, propaganda de uma empresa fétida que destrói tudo aquilo pelo qual você estudou. A Magia Programação Visual, uma tal de uma empresa que faz sites e "logomarcas" (que aviso-lhe é uma terminologia incorreta e na verdade não significa poronga nenhuma) conseguiu estragar o meu dia emporcalhando minha caixa de entrada.

Uma empresa que usa SPAM para anunciar seus serviços já não merece muito crédito. Especialmente quanto completamente banaliza o processo de criação de uma marca com frases assustadoras do tipo "Logomarca por R$300,00 e moderenização por R$ 200,00". Ah, se Walter Gropius visse isso, sorte dele estar mortinho da silva. Conceitos ridiculamente básicos como pesquisa e orçamento não passam pela cabeça de individuos que vendem seus serviços nessas condições.

E todos saem perdendo. Os profissionais sérios, que realmente buscam realizar o melhor para seus clientes e para os usuários, os clientes e os usuários. O mundo continua cheio de trabalhos toscos realizados por pessoas sem o menor tino e muitas vezes sem o menor escrúpulo.

Isso acaba por desanimar pessoas que tentam fazer um trabalho sério. Pois mais e mais elas perdem espaços para vigaristas como esses, que não tem a menor noção do que estão fazendo. São Gérsons do século XXI. É coisa do capeta mesmo.

sábado, maio 22, 2004

the long cut

Divulgando meu novo fotolog. O velho permanece. No novo só fotos mais pretensiosinhas.

sexta-feira, maio 21, 2004

just like honey

Falarei em defesa do lindíssimo Encontros e Desencontros (Lost in Translation). Já falei o quanto gostei do filme aqui antes, e agora falarei um pouco mais sobre alguns aspectos (acrescendo que revi o filme recentemente com meus colegas da aula de Estudos Culturais na ECA e que a partir dele tivemos uma discussão sobre globalização).

Meu ponto principal é: Qual o problema das pessoas que dizem que o filme fica atacando a cultura japonesa? Já ouvi esse papo mais de uma vez e vou dizer que é papo de gente chorona. Em vários momentos vemos algumas esquisitices nipônicas sim, e Bob Harris (o personagem de Bill Murray) também dá algumas alfinetadas extras. Mas qual é o problema? O personagem do cara não é livre para ser maldoso? Não é justamente o sarcasmo e ironia dele que tantos gostam? E mais, vai me dizer que a sociedade Japonesa é perfeita? Não há nada de cômico em nada do que os japoneses fazem ou produzem? Claro que há! Existe isso em toda cultura, e é mais cômico ainda achar que não. Eu adoro o Japão e a cultura japonesa, mas nem por isso deixo de notar algumas coisas que fogem do meu padrão, o que também não significa que elas estejam de todo erradas. É claro que quando se vai para um pais tão fisicamente distante, e onde não se fala patavinas da língua, você se sentirá o maior alienígena do planeta, porque simplesmente você o é; isso não torna você ou as pessoas daquele país melhores ou piores, apenas realçam-se as diferenças, e acho que isso é bem mostrado no filme. E, ainda por cima, o filme retrata bem justamente o que discutimos nas aulas, os efeitos da globalização.

E outro ponto é: Falta de história. Pessoas reclamam de falta de história no filme. Bem, eu digo ele tem muito mais história do que o interminável Pearl Harbour (com "u" mesmo, viva a Britânia - aliás um ótimo exemplo de como a cultura de um pais, de novo o Japão, pode ser estereotipada e caricaturizada negativamente em um filme). Uma coisa muito importante é compreender a estrutura básica de roteiro hollywoodiana, que segue a chamada "trajetória do herói" (pessoalmente não concordo com a utilização desse termo para algo tão limitante quanto essa estrutura, mas quem sou eu?) e ela segue assim: Primeiro ato (apresentação dos personagens) - 1º plot point (um problema a ser solucionado pelos personagens) - Segundo ato (inicio da resolução do problema) - 2º plot point (um problema inesperado) - Terceiro ato (conclusão, onde a resolução do 2º problema se mostra eficiente para resolver também o primeiro e todos vivem felizes para sempre).

Existem pequenas variações nessa porcaria mas a idéia é essa. Existem bons filmes que usam essa estrutura, mas a maioria varia entre médio e grande saco de merda. Encontros não segue essa estrutura. Não vou aqui contar o filme. O equívoco de achar que todo filme feito por americanos é holywoodiano contribui ainda mais para uma interpretação totalmente equivocada de Encontros. É um ótimo filme que fala de vários problemas em diferentes camadas, diz a que veio e cumpre o que promete.

segunda-feira, maio 17, 2004

happiness

Atualmente, fora outras coisas que sou obrigado a considerar menores (não em quantidade de trabalho ou urgência), estou engajado em duas coisas que me são muito importantes e também trabalhosas.

Uma delas é o curta que estou fazendo junto com o Marcos, que conta com a Elisa e o Nisfer como estrelas ;) Ontem foi o primeiro dia de gravação e foi o dia que rodamos as cenas mais complicadas, justamente pro caso de problemas, temos mais dias para consertar. E todas deram certo! Fantástico. Conseguimos umas tomadas muito legais mesmo! Não vejo a hora de completar a filmagem e começar a editar.

A outra é um projeto acadêmico secreto do qual apenas algumas pessoas-chave tem conhecimento. São pessoas que meio que recrutei pra me socorrer nos meus (vários) momentos de ignorância perante diversos assuntos. Mas felizmente ninguém até agora reclamou da minha persistência (talvez a tenham considerado positiva) e vários amigos, colegas e parentes têm me ajudado, e até mesmo completos estranhos, discutindo idéias comigo; criticando alguns pontos que levanto e dando dicas de como abordar certas coisas, que pessoas procurar e que livros buscar.

No caso do filme, acredito em compartilhar os sacrifícios e os louros (se vierem, e espero que venham) e não há questão de que é um esforço coletivo; todos trabalham para que o filme seja bom, assim beneficiando e satisfazendo a todos. Já no projeto acadêmico, eu é que vou sair ganhando, não há dúvida, ao menos diretamente, e por isso mesmo é que fico duplamente feliz com o apoio que estou recebendo, o que essas pessoas vão receber de volta é minha eterna gratidão e quaisquer outros benefícios vindouros que isso possa proporcionar (e espero que realmente possa).

Isso provavelmente é o mais próximo que já cheguei de sequer ter um sonho, quanto mais realizá-lo; e ver que pessoas se dispõe a fazê-lo dar certo me deixa ainda mais determinado a atingí-lo. Boas chances de que ele não seja concretizado existem, mas e daí? Indo atrás tenho mais chances do que nenhuma. Conseguindo ou não, todos os que ao menos me ouviram a respeito serão sempre considerados nobres e honrados no Mafra Hall of Fame, gente que espero poder retribuir ao menos em um décimo de gratificação.

sábado, maio 15, 2004

the heist

Éramos uma dupla de gatunos super inteligentes. O equipamento: Um FordKa e um par de rádios TalkAbout. O prêmio: Um cone da CET.

Depois de rodar as ruas da zona oeste buscando o cone ideal, lancei-me do carro em um cruzamento e me posicionei próximo ao objetivo. Atravéz do rádio sinalizei para meu comparsa motorizado assumir a posição próximo ao cruzamento. Então, enquanto o sinal estava fechado, como um raio agarrei o cone e corri para dentro do carro, para então ficar sentado rindo igual bobo enquanto o sinal não abria e as pessoas dos carros ao lado olhavam.

Ridículo e hilário!

quinta-feira, maio 13, 2004

meet the creeper

Pronto, Camila. Resolvi o pepino dos comentários. Acabou sendo rápido mesmo porque desencanei do comentar.com.br e to usando os comentários do blogger mesmo, assim é mais fácil, tudo num mesmo lugar sem ter que ficar dando login em mil sites.

quarta-feira, maio 12, 2004

sucker

É mesmo ridículo. Parece até piada. Mas é a verdade. Durante uma história minha, uma demonstração tremenda de falta de respeito acontece debaixo do nariz do meu pai, ele a ignora completamente e decide que eu é que devo ser repreendido por minha reação. É realmente fenomenal, ainda mais tendo em vista o assunto do qual eu estava falando.

estou sabendo do pepino dos comentários só que a merda do comentar não esá facilitando a vida. ele não me reconhece como usuário. quando estiver com saco vou resolver isso direito. até lá, mandem e-mails.

i'm set free

O André é mesmo o cara mais desligado do mundo. Encontro com ele no ICQ e ele fica falando de como está apaixonado e com saudades da namorada dele de Brasília. Pouco mais de uma hora depois encontro com o Alastair no MSN e ele me conta a notícia que realmente importa: O pai do Zecão morreu. Devo ter sido o último a saber, até a Sara tava interada no assunto! Parece egoísta, e talvez seja o mesmo, mas me senti ofendido por ninguém ter me contado, obivamente os que perderam o pai não tem obrigação nenhuma, isso não precisa nem ser dito, mas eu pensei que nossos outros amigos em comum poderiam ter me informado...

Vou resumir bastante pra quem não sabe de nada: Zecão é um dos meus amigos da velha guarda de BH. Conheci na época em que morava lá, e era parte do pessoal com quem eu sempre andava, e com os quais boa parte ainda ando quando vou pra lá. O pai dele, o César, tava com graves problemas de saúde há mais ou menos um ano, pra variar era câncer, ele teve uma certa melhora há poucos meses, mas começou a abusar da sorte, fumando e pegando o carro pra dar umas voltas.

Ás vezes eu penso coisas tipo: "e se meu pai morresse do nada agora?" e minha conclusão geralmente é: Estaria fudido. Não que minha vida iria ficar uma bosta e eu iria pra debaixo da ponte e pro fundo do poço. Fora o impacto emocional de tal situação, eu teria que correr atrás de um número infinito de negócios em que meu pai está envolvido; coisas da fazenda, da minha avó, do espólio do meu avô (que até hoje existe!) e sabe-se lá mais o que! É uma situação bem complicada e que me assusta um pouco, mas que uma hora ou outra enfrentarei, o que posso tentar fazer é amenizar o fator assustador e me interar da vida agora.

Mas voltando um pouco. O que a gente pensa quando ouve é mais ou menos o que o luiggi me disse aqui no ICQ agora a pouco: "de repente o cara não existe mais na terra". Eu fico pensando nele, relembrando as vezes que encontrei, que conversei com ele, como era o rosto e tudo mais. O César era muito gente fina. Quando se é mais novo, e mesmo hoje em dia, os pais dos seus amigos costumam te tratar igual besta, alguns te ignoram como se vc fosse sub-humano ou ficam tirando sarro da sua cara por vc ser "café-com-leite"; embora eu já não fosse tão criança quando fui pra BH, era aquela idade em que muita gente ainda te trata assim e você quer porque quer provar que não é mais; acho que o pai do Zecão foi um dos primeiros a me tratar mais de igual pra igual, conversar numa boa e tudo mais, só me dei conta disso agora.

É sempre uma sensação e uma situação estranha. Às vezes a morte parece não pesar tanto assim, mesmo com alguns parentes, eu não liguei muito pra algumas idas simplesmente porque eram pessoas que não foram realmente parte da minha vida em ponto algum. Claro que acho ruim elas terem ido, desejo as asas da morte apenas para um seleto grupo. Assuntinho complicado.

As vezes que a morte passou mais perto de mim foram: Quando a Liliane, filha do meu padrinho morreu por causa de complicações do tratamento de câncer; eu tinha uns 14 anos e ela era da minha idade, o que mais me impactou não foi a morte dela, não tinha muito contato, mas ver como os familiares dela estavam devastados. Quando meu avô morreu, claro, eu o adorava e nunca chorei tanto na minha vida, foi horrível e rende muito papo ainda. Quando uma menina colega de sala minha em BH, morreu de cancer nos ossos, eu já tinha voltado pra SP e nunca tive muito papo com a menina; mas a notícia me assustou, a gente se sente invulnerável até alguém da nossa idade morrer. E agora isso, o pai de um amigo. Outros parentes, inclusive meu outro Avô e uma Tia também pularam fora, mas eu era pequeno, e não foi um grande impacto pra mim, tenho apenas algumas lembranças esparsas.

Puxa, nunca me vi nessa situação, mas assim como a outra situação que mencionei mais acima, ela viria uma hora ou outra. É mesmo uma pena, seria mais fácil se não viesse, mas se fosse fácil, num chamava viver. A vida as vezes é um saco, mas o fim dela é algo muito agressivo pra mim. Devo ligar pra ele em breve pra dar uma força. Agora é torcer pra que tudo siga numa boa, e que o Zecão, o Rafinha e a Raquel consigam lidar bem com isso e continuarem sendo pessoas das quais o césar se orgulharia.

Em homenagem e em memória vou deixar essa música do Velvet Underground. Foi uma das primeiras que conheci e eu adoro. É apropriada pois lembro que o Zecão curtiu quando falei de Velvet pra ele e também porque na minha opinião ela fala do assunto do post:

Velvet Underground
I'm set free

I've been set free and I've been bound
To the memories of yesterday's clouds
I've been set free and I've been bound

And now I'm set free
I'm set free
I'm set free to find a new illusion

I've been blinded but
You I can see
What in the world has happened to me
The prince of stories who walk right by me

And now I'm set free
I'm set free
I'm set free to find a new illusion

I've been set free and I've been bound
Let me tell you people
what I found
I saw my head laughing
rolling on the ground

And now I'm set free
I'm set free
I'm set free to find a new illusion

segunda-feira, maio 10, 2004

Não tenho mais o pique de postar que tinha antes. E agora retorna uma questão que me assombrava antes à mto tempo. Quero escrever certas coisas que certas pessoas que eu sei que leem esta humilde publicação digital não podem ler. Posso falar em enigmas, sem citar nomes, a idéia na verdade é essa mesmo, mas mesmo assim, acho que certas coisas acabam ficando realmente explícitas independente da maquiagem, e mesmo que não fiquem, algumas pessoas acabam procurando sarna pra coçar.

Penso em criar outro blog totalmente anonimo, mas perderia parte da graça.

fantino

Mas que porra! o blogger mudou tudo de novo! Acho que não gostei.

sexta-feira, maio 07, 2004

run fay run

Eu acredito, e não sou o único, que uma obra é reflete o local e período de tempo em que foi feita. Isso é ÓBVIO. Por isso sou contra coisas como Edição "Especial" de Star Wars e de ET, em que ficam re-editando o filme pra acabar com o ritmo, acrescentando robos que passam na frente da câmera ou substituindo armas por walkie-talkies. Viva South Park por perceber e saber tirar sarro dessa situação que ao meu ver é ridícula. Imagine se Picasso, ao final de sua vida, olhasse para algumas de suas telas da fase azul e resolvesse que precisava dar mais umas pinceladas, torná-las "especiais"?

E daí que os realizadores de tais obras mudaram? A obra é conseqüência daquele ponto no tempo; é óbvio que ninguém faria a mesma coisa exatamente igual duas vezes. Todo dia vemos pessoas comentando como teriam feito algo diferente na vida, que tratariam tal pessoa melhor, ou que não teriam comprado tal coisa, etc. O mesmo vale para suas realizações. É uma ilusão você achar que suas criações vão refletir aquilo que você é em um sentido monolítico e imutável da coisa, as idéias e as influências estão em constante estado de fluxo.

Falo isso tudo por conta de um e-mail que recebi ontem, que comentava um texto meu pulicado no 6horas e meia]. O zine já acabou faz mais ou menos um ano, e vários dos números se perderam na putaria que o HPG aprontou, mas esse texto foi minha segunda colaboração, eu nem era colunista regular na época. E algumas coisas nele eu mudaria, apenas melhoraria algumas frases e corrigiria alguns erros (isso mesmo, encontrei erros de português); mas não o farei. A questão é que o e-mail, provavelmente de uma garota de 13 anos, me divertiu demais, portanto decidi re-publicar a crônica aqui, sem modificações e o e-mail da tal garota (que creio chamar Marina, embora estivesse usando o e-mail da Carlinha) em seguida.

enjoy...

vestir preto no reveillon

Quando uma criança cresce, e passa pela "aborrecência", a necessidade de encontrar modelos de comportamento, grupos e crenças em que se apoiar se torna presente. Não que esse tipo de busca parta mais tarde na vida, ela continua lá, mas é nessa época da vida que as coisas começam, e é geralmente a época de maior fervor.

Acreditar em um ideal é importante e realmente ajuda a nos moldar. Mas devo dizer que nunca tive um ideal, eu sou um convico não-idealista. Pra que? Não tenho nada que me apele tanto. Claro que alguns movimentos tem minha simpatia, com algumas reservas, mas não por isso vestiria a camisa. Pensei em ajudar o Greenpeace, mas eu sou totalmente a favor de clonagem, pesquisa em células tronco, transgênicos e provavelmente algumas outras coisas que eles não simpatizam muito.

Na verdade pode-se dizer que eu apoio a evolução. Não no sentido Darwin da coisa (não que eu seja criacionista também), mas o sentido amplo. Sou a favor de algo que nos leve à frente, que nunca foi feito antes, literalmente audaciosamente indo onde ninguém jamais esteve. Não vamos conseguir isso segurando a pesquisa pura e o progresso subseqüente, isso era feito na época da inquisição, e olha que maravilha que era o mundo: doenças, intolerância, execuções e progresso praticamente estagnado. Não me refiro apenas em larga escala, em tecnologia, em conquistas interplanetárias ou manipulações biológicas, também falo de comportamento, interação humana e cultura. A única instituição que tem meu total apoio é a ciência, existe algo mais nobre que a busca de conhecimento? Autoconhecimento? Auto-ajuda? Isso é muito egoísta. A ciência é pura e simplesmente a busca da verdade, por mais dura e dolorida que seja. Conhecimento é poder.

Claro que quem pratica o ócio também tem minha simpatia. Não fazer nada é melhor do que atrapalhar. E não tem nada melhor do que fazer algo porque simplesmente estamos a fim. Quando estava no colégio, realmente me sentia um protagonista e uma revolução da escola, algo inspirado no clipe "Another Brick in The Wall II", e também me sentia muito especial e ao mesmo tempo alvo de muitas críticas por ser um fã de Star Trek e jogador de RPG (NERD alert!). Além disso, acho que nunca me senti muito como parte de um movimento.

Mas algumas pessoas, me parecem, têm a necessidade de se apegar a algum movimento ou causa, apenas pelo prazer de ser mala. Na Galeria do Rock eu vejo umas camisetas com a suástica cortada ao meio, como "proibido nazismo". Puxa vida, que nobre causa, você é contra o nazismo! "Get a life" , como diria William Shatner, não deveria ser preciso uma camiseta para desprezar o nazismo, até onde eu saiba isso é uma obrigação natural de qualquer pessoa com encéfalo desenvolvido e polegar opositor.

Pior ainda são os maconheiros que não contentes em ficarem perdendo precioso tempo se drogando, ainda precisam ficar mostrando por aí que o fazem. Como se a liberação da maconha fosse uma causa muito importante, "free the hemp", puxa vida isso realmente vai tornar o mundo muito melhor. Claro que sem o advento do tráfico de drogas o mundo realmente seria melhor, mas alguém honestamente acha que legalizar a maconha vai acabar com o tráfico? Amsterdã é uma das cidades mais escrotas no mundo, e não é como a de Nova Déli ou Rio de Janeiro, é por opção! Apoiar uma causa dessas é como assinar a declaração de que se é fraco, isso mesmo, um fraco, precisar de narcóticos pra aproveitar a vida, que lama; seria muito mais interessante, inclusive para o fim do tráfico, se ninguém consumisse drogas. Afinal, nenhuma empresa consegue seguir em frente sem que seus produtos sejam comprados. "Uma erva natural num pode te prejudicar?", esse é o maior papo furado do planeta, grande parte dos venenos mais eficazes são ervas diretamente da mãe natureza. Esta frase costuma ser usada, em versões modificadas e variadas por naturalistas, macrobióticos, vegetarianos e outros chatos.

Esses aliás não tem o menor senso de "timing". Uma vez eu estava apreciando uma boa refeição quando uma amiga vegetariana me disse "isso que você está comendo é um animal em estado de putrefação". Honestamente? Vai à merda! Isso é hora de ficar falando essas coisas? Tratando o assunto assim, a pessoa sai do campo da crítica e do debate e entra no campo da total falta de respeito; é como se eu entrar numa missa e arrotar na cara do padre ao invés de publicar uma crítica construtiva da religião católica. Agindo de maneira não educada você perde totalmente a razão e ninguém irá levar sua crítica a sério, por mais certo que você esteja. Você pode não querer comer carne por qual for o motivo, mas não tente me convencer de que eu vou morrer por isso, de que minha vida é menos saudável que a sua (ao contrário da crença geral dos naturebas, comer carne não significa comer EXCLUSIVAMENTE carne, eu como de tudo). Claro, eu também não preciso de carne pra viver. Mas eu também não preciso de chocolate, eu como porque eu gosto. E garanto que se a galinha tivesse os meios, me matava pra fazer um Mafra ao molho pardo. Se comer carne é tão ruim assim, porque eles continuam tentando imitiar os nossos pratos? "Feijoada Vegetariana"? "Torresmo de Soja"? Isso é como aquelas bonecas infláveis: algumas pessoas até tem prazer, mas a maioria tem vontade de rir. Ok, confesso que já comi uns quitutes naturebas, e não eram ruins, mas não abandonei o rosbife. Por mim podem
continuar divulgando o meio de vida deles, numa boa, só não quero que atrapalhem minhas refeições sangrentas.

Eu vi uma menina escrever para a revista Capricho dizendo que eles deviam "falar mais da realidade". Que realidade? O que é a realidade? Ouvir "O Rappa" não a torna uma garota do morro, ela ainda é uma menina de classe média que tem medo de pegar ônibus da escola pra casa. Ainda por cima: Revista Capricho? A revista mais fútil do planeta. Com o agravante de não ser como uma Caras, que veste e admite sua futilidade; fica se mascarando sob pretextos pseudo-educativos e pseudo-intelectuais.

Como eu disse, procurar modelos de comportamento e ideologias para seguir é algo
importante na vida, é parte de um sistema de identificação na sociedade. Mas acho que antes de mais nada é preciso realmente entender aquilo que se está apoiando, se é algo realmente produtivo para você ou para o bem comum, e se você tem a capacidade, potencial e disposição necessários para tocar isso pra frente. Perder uma discussão por estar errado é mais nobre do que perder uma discussão por falta de argumento/conhecimento. Será que a falta de conhecimento não estaria na raiz da própria causa? Eu realmente não sei de tudo, nem de todas as causas. Defender uma causa pra mim me parece algo importante, que deve ser levado a sério, e provavelmente o problema atualmente está justamente nisso. As pessoas gostam de brincar, de fazer arruaça, e escolhem o primeiro símbolo "legalzinho" pelo qual fazer isso. Nessas manifestações anticapitalistas que vejo por aí, aposto que ao menos 80% dos atendentes não faz idéia do que está gritando. Eu também adoro confusão, possivelmente uma confusão global seja o único meio do mundo mudar de verdade, mas não me escondo atrás das idéias dos outros para causar tal confusão.

É fácil para alguém como seu, sem causa, falar mal, mas pelo menos o mínimo para não tornar o mundo pior eu faço. E como parte do mínimo, eu não me engajo em causas em que não acredito. Cinicismo e sarcasmo são meus meios de vida, ser politicamente correto não funciona mais pra mim, quero comprar uma camiseta "morte ao mccancer" e ir ao Mc pedir um número 1. Quero comer picanha na sexta-feira santa. Quero vestir preto no reveillón. Posso ter cometido erros crassos em algumas das minhas críticas, mas paciência, entendam que não sou um cara malvado, apenas desiludido, se alguém se sentiu ofendido com algo que escrevi, use isso para evoluir, pois a minha crítica postada aqui não é nada comparada

E agora o tal e-mail da garota:

Olá senhor Fernando Mafra,
eu li um coméntário seu e estou chocada...você diz que nunca fez parate de um movimento onde por exemplo, as pessoas utilizam camisetas com suásticas coratadas...e aí?! por isso nós devemos deixar de nos revoltar com um mundo que parece năo ter concerto?! que os adultos de hoje o destroem achando que ISSO é evoluçăo...francamente...! Preste atençăo no que acontece a sua volta...pessoas nacionalistas exageradas e homofobicas matam e torturam as pessoas que resolvem ter uma outra opçăo sexual ou porque SIMPLESMENTE POSSUEM UMA COR QUE NĂO O AGRADAM E ATÉ OS ENOJAM!!!! eu conheço isso de perto...tenho muitos amigos racistas...mas nem por isso aceito o que eles acham certo...você nos chama de ABORRECENTES o que você tem na cabeça?!?!?! se nós aborrecemos os adultos é porque vocês estăo longe MUITO longe de nos entender... entender que se somos aborrecidos temos nossos motivos...mas também...năo é para menos se é que você me entende... o mundo está um PORRE!!! TODO MUNDO SE MATA SEM QUALQUER RAZĂO!!! VIVEMOS NUM MUNDO EM QUE SOMOS ABANDONADOS QUANDO PEQUENOS...POR QUEM??!! ADULTOS IRRESPONSAVEIS!! colocar a culpa na gente é muito facil cara...dificil é assumir que a culpa é toda de vocês...e que nós apenas refletimos o que vocês săo e fazem com o NOSSO MUNDO!! você zuou daquela garota que pediu que a revista escrevesse sobre a realidade...por algum acaso você sabia de que realidade ela estava falando?? DA DELA!!
NĂO DA SUA OU DE QUALQUER UM...E SIM DA DELA... VOCÊS QUEREM QUE AGENTE SE ENCAIXE NO MUNDO DE VOCÊS SEM QUESTIONAR...QUE O SINONIMO DE FELICIDADE É CASAR E TER FILHOS...HÁHÁHÁHÁ!!! SINCERAMENTE A FELICIDADE NĂO É ISSU CARA...FELICIDADE É TER A LIBERDADE DE PODER FAZER O QUE ENTENDE DENTRO DE UMA RESPONSABILIDADE SEM TER QUE LEVAR UM TAPA QUANDO ERRAR...POIS É ERRANDO QUE SE APRENDE...agora vocês năo nos deixam evoluir...temos de ser miniaturas de vocês sem questionar...e vocês ainda se perguntam PORQUE ESSE MUNDO NĂO ANDA!!! C VOCÊS ERRAM NÓS ERRAMOS TAMBÉM POIS TEMOS DE EXATAMENTE COMO VOCÊS...eu năo axo isso certo!! você deveria repensar seus conceitos porque sinceramente eles săo muito superficiais...você năo sabe absolutamente NADA sobre adolescentes...soh o suficiente que você viveu...e acha que o que você acha é o certo...sinto muito...mas essa năo é a verdade!!!
Valeu ae pela atençăo...é legal quando somos escutados de vez em quando!
Se quiser falar comigo ou tirar satisfaçơes por esse e-mail pode entrar em contato que terei muito prazer em falar com o senhor...ma_rina6@zipmail.com.br....Tchau...


Vou reter meus comentários, por favor façam os seus....

quinta-feira, maio 06, 2004

free and easy

É realmente ótimo quando as pessoas simplesmente confiam que você fará um bom trabalho e não propõe impedimentos. Simplesmente há algo a ser feito, você pára e pensa o que é o melhor, faz e acabou. As críticas vêm baseadas em necessidades reais, e não frescuras pessoais. Isso me aconteceu duas vezes recentemente, eram coisas pequenas, mas a satisfação foi grande. Me deixa orgulhoso de mim mesmo e bastante contente com o resultado. É o tipo de relação que eu gostaria que sempre acontecesse. Infelizmente essas são as excessões.

Pergunta: Por que as músicas da Ayumi Hamasaki tem todas nomes em inglês se são todas cantadas em japonês?


Sonna kanji de junbi wa ii kai?

quarta-feira, maio 05, 2004

city girl

Lembrei! Tive idéia pra dois roteiros de quadrinhos, depois de um bom tempo com "bloqueio de escritor" (que eu acho que não existe), acho que vão ficar legal, é só colocar a idéia no papel agora pra não perder.

subterrenean homesick alien

Então, acabou que até agora não vi a versão original de Dawn of the Dead. Mas já já chego lá. A cada momento aparece uma coisa diferente pra fazer que num tem nada a ver com nada mas que eu tenho que fazer.

E também acabou não dando tempo de colocar Kill Bill e Dawn em pauta na aula de ontem. E tenho bastante certeza que não dará tempo de fazer o mesmo semana que vem, que será a ultima aula, depois vai haver um recesso de duas aulas pra preparação dos seminários do fim do curso. Adiantando já que a data da minha apresentação será terça-feira, dia 08/06.

Eu andei falando que o tema era homem-aranha, e bem; realmente é homem-aranha, mas não só ele. E esse é o problema, não estou fazendo o seminário sozinho, é um dupla, e fazer esse recorte do aranha me pareceu uma idéia muito boa, que daria pra detalhar bem. E honestamente estou meio pessimista com o rumo que a coisa está tomando. Agora vamos falar da evolução dos super-heróis e como eles são afetados por suas épocas, e então exemplificar. Meu grande problema é que isso é material demais para pesquisar, e material que eu não tenho assim à mão; eu falarei dos anos 80-00, e muita coisa que "sei" eu não lembro bem de onde tirei, provavelmente foi do documentário do history channel, só que eu não tenho uma cópia.

Bom, quem tiver palpites e puder me emprestar material ficaria imensamente agradecido. Por sorte não tenho que entregar nada escrito por enquanto, mas tenho que fazer uma apresentação sólida. Não quero falar coisa errada pra depois ter que me contradizer na parte escrita (que vai me fuder horrores, já estou vendo).

Mas ao menos eu curto Super-Heróis.

Mas que bosta, esqueci de uma coisa legal que eu queria falar...

sexta-feira, abril 30, 2004

green hornet theme

E na quarta vi KILL BILL. E precisa dizer mesmo o quanto eu gostei? E precisa mesmo ficar se justificando por que o filme é tão divertido? As pessoas que não gostam são sempre as mesmas e pelos mesmos motivos, que vida monótona, será que elas nunca se cansam?

Ri bastante. E dá pra ver que os envolvidos no filme riram muito fazendo-o. E isso é o mais legal pra mim, por isso gosto do Tarantino e do Robert Rodrigues. Eles estão ali tirando um puta sarro.

Dá pra se divertir horrores mesmo sem entender todas as referências que o filme faz à diversos elementos da cultura pop ocidental e oriental, mas se você consegue achar essas pequenas homenagens, tudo fica mais divertido. Acho uma pena as pessoas perceberem apenas Bruce Lee em algo tão rico, não que não goste dele, adoro, mas existe muito mais no filme do que um macacão amarelo e máscaras de Kato. Pra que eu vou enumerar aqui essas referências também, outros já o fizeram.

Assim como Dawn of The Dead, é um filme muito legal, e melhor que Dawn (que é bom). Ambos tem diferentes propósitos e diferentes méritos. E li no Estado da semana passada dois textos tratando deles que me chamram atenção, irei levá-los na aula de Estudos Culturais pra ver se um debate surge. Não vou elaborar mais o assunto pq quero ver se esse debate acontece e dependendo, se estiver afim, vou colocar minhas conclusões aqui baseadas nele.

E pra melhorar tudo, o Celinho vai me emprestar o Dawn of The Dead original, que vou pegar daqui a pouco com ele.


"To get Even? Even-Steven? I would have to kill you, go upstairs, kill little Nikki, then wait for the good Doctor Bell to come home, and kill him. THAT'd be even. That'd be about square."


O intervalo entre Jackie Brown e Kill Bill foi de quatro anos. A Noiva fica em coma durante quatro anos. Hmmmmmm....

terça-feira, abril 27, 2004

hearbreak stroll

Vou falar um pouco do fim de semana, sem qualquer ordem. Começo dizendo que foi bastante proveitoso e divertido. Me rendeu uma viagem à São Bernardo do Campo; voltas em um carro que se recusava a pegar; uma ótima balada na Outs e boas horas de sono.

Acabei conseguindo também encontrar com a Bela, com o Bruno e com a Marina, cada um em seu momento (exceto que o momento Bruno e o momento Marina se cruzaram) e também assisti Dawn of the Dead (muito bom), antecedido por um excelente Pedaço da Pizza (mesmo o peperoni tendo arrancado um pedaço do meu céu da boca - cuidado com a infecção peperoni!)

E tem coisas que realmente não dá pra entender. Schopenhauer precisa me dar direções nessa nova situação.

sexta-feira, abril 23, 2004

the love gang

Ganho um lanchinho de bolo e café da minha mãe enquanto espero infinitamente por notícias do Bruno. Já a Michelle, o Ricardo e a Nex querem ir no Outback as 21:00 pra depois eu ver KILL BILL com o Marcos as 23:00. Mas a Bela de BH, que está aqui, sai do curso às 19:00 e agora come carne; sendo que a Marina, que não come, está em São Bernardo e quer fazer alguma coisa; exceto ir no cinema, e talvez consiga um carro.

E eu? Faço o que? Com quem? Com que dinheiro?

quinta-feira, abril 22, 2004

total trash

Justo quando estou lendo um livro que fala sobre direita conservadora e mecanismos de dominação pela mídia, vejam os dois maravilhosos e-mails que recebi:

From: "Em PAZ" Add to Address Book
To: f_mafra@yahoo.com
Subject: Saudade da Ditadura Militar.
Date: Wed, 21 Apr 2004 23:10:11 -0300



Você tem mais medo do Militarismo ou do narco-tráfeco?

Os mais velhos devem lembrar e os mais novos devem saber que:

Que na gestão militar não havia ameaça alguma contra o cidadão trabalhador. Gente, tá demais.

Que hoje todos estão ameaçados de vida por todos os lados em cada esquina. Gente, cuidado.

Que polícia era autoridade que nos protegia, era respeitada de verdade, isso já aconteceu acreditem. Gente, protejam-se.

Que um homem comum trabalhava e conseguia criar pelo menos 2 filhos e pagar aluguel, sem que a esposa precisasse trabalhar também. Gente, olhem bem.

Que as escolas e hospitais públicos eram os melhores, particular era uma boa opção secundária. Gente, e o paciente ?

Lembrem que o nosso país tem respeito entre religiões e raças, uma lingua oficial única, o povo é inteligente, trabalhador, pacífico e alegre, e ainda tem petróleo e minerais, terras até demais, tudo que se planta dá, e não tem furacão, terremoto nem neve.

Conclusão é que o nosso país é o mais fácil de governar. Basta ter coragem.

Votei no LULA pela terceira vez, mas coitado, isto não é para coragem dele. Não vamos crucificá-lo porque ele é um cara bom. Deixemos voltar dignamente para as questões menores que ele dá conta(sindicalismo).

Alguém tem que tomar a rédia e moralizar este país, entendo que isto é trabalho fácil que tornou-se muito duro, e que agora só cabe aos militares.

Que fechem o congresso, porque os poucos bons que lá estão são fracos.

Que mais vale uma Ditadura nacionalista e pelo povo que democracia-falsa(hipocrisia)

E digo isto pelos meus filhos, netos, vizinhos, nossas crianças de todo esse pais e as pessoas ordeiras que as vezes acabam sendo desvirtuadas pelo caus instaurado.

Falo como cidadão apenas, não tenho partido nem sou filiado a instituição alguma.

Faça deste, uma corrente de Paz e glória para o nosso futuro e de nossa gente.

Atenciosamente, Cidadão BRASILEIRO, orgulhoso de estar dizendo ao menos esta verdade.



From: "Odeio gays" Add to Address Book
To: f_mafra@yahoo.com
Subject: Gays são uma praga.
Date: Thu, 22 Apr 2004 08:02:28 -0300M



Você quer filhos e netos gays? Então veja só:

Já estão discriminando quando fazem programas na mídia e TV, quando entrevistam alguém até na rua, sempre escolhem um gay, dispensando a imagem e opinião das pessoas normais. Isto também acontece na hora de escolher para trabalhar. Criam personagens gays engraçados ou mostram gays bem sucedidos, criando influência direta em nossas crianças.

Eles estão usando covardemente a auto-propaganda na mídia para aliciar seus filhos e netos. Estão criando até programas científicos tendenciosos para explicar e convencer melhor. Com isto se multiplicam tão rápido quanto a ratos e coelhos.

Estão fazendo leis para protegerem-se, que são as mesmas que usarão para dissimular contrar as pessoas saudáveis.

Acho que os gays devem ser muito felizes, porque cada um faz o que quiser de sua própria vida, mas sem a maudade de aliciação em massa.

O próprio governo fazer leis, autorizar passeatas é uma vergonha. O próprio presidente da república Fernando Henrique, segurando a bandeira gay. É uma vergonha pro pais. O que vou dizer aos meus filhos e netos.

Tudo isto deixa os jovens saudaveis confusos, o que infelizmente podem levá-los a atitudes de agressão física contra gays. Na verdade quem está começando a agressão mais covarde e consciente são os gays. E é científico dizer que o temperamento de jovens é mais instável que dos adultos.

Se você não é gay nem lesbica, então ajuda né. Passe este email adiante.

Faça deste, uma corrente de Paz e glória para o nosso futuro e de nossa gente.

Atenciosamente, Cidadão BRASILEIRO, orgulhoso de estar dizendo ao menos esta verdade.


Que bizarrera. Obviamente os dos e-mails vieram da mesma origem e obviamente o sujeito que os escreveu não fala coisa com coisa e não sabe escrever. Menos mal. Pessoas inteligentes à serviço do mal já tem demais, e pelo que estou vendo aqui, desocupados também...

terça-feira, abril 20, 2004

cum undun

Meu pai acabou de vir me perguntar como faz pra colocar data na foto com a Jenny (leia-se: minha camera digital absurdamente incrível). E com muita satisfação respondi que ela NÃO FAZ ISSO.

Eu acho foto com data em cima algo simplesmente abominável. O arquivo eletrônico já tem data e se vc está tirando uma foto analógica, que porra que custa anotar a data no porta-negativo ou no álbum; e de qualquer maneira, muitos serviços de impressão imprimem a data da impressão atrás da foto. Colocar data na foto é sinal de preguiça e estraga a composição da foto.

Mas também, quem gosta de colocar essas merdas em foto provavelmente não sabe o que é composição. Não sei nem porque me preocupo.

Um adendo para aquelas pessoas do fotolog que ficam colocando uma espécie de marca d'água nas fotos com o nome ou coisa que o valha. Que pretensão absurda! Como se alguém fosse roubar aquelas maravilhosas fotos pra usar em algum trabalho multimilhonário. "Temos que salvaguardar nossos direitos autorais", bah, faça-me o favor! E ainda que alguém faça algo do tipo, paciência, faz parte da vida; ninguém mandou tirar uma foto incrível e não fazer bom uso :P É por isso que minhas melhores fotos ficam escondidas.

E mesmo assim, quando coloco uma foto no mundo, pronto, acabou, ela está lá pra ser vista, e se alguém quiser reproduzir, vá em frente; seria bom saber que as coisas que eu faço ganham vida própria, seguem em frente e agradam os outros. Cadê o espírito de coletividade. Um fulano que "rouba" minha foto pode até se achar espertalhão, mas ele na verdade não o é, já que não roubou nada, eu é que coloquei a foto lá...

segunda-feira, abril 19, 2004

last night a dj saved my life

Vou escrever aqui sobre a experiência discotequeira no DJ Club. Pois então, comecei às 2:30 no lounge e fiquei até fechar. Devo dizer que o lugar está se recuperando; da última vez que tinha ido achei que estava decaindo demais e que tinha um povinho muito nada a ver. Dessa vez também tinha, mas muito menos, fora que fizeram pequenas alterações estéticas que deixaram mais legal.

De qualquer maneira, eu esqueci o papel com a setlist que tinha preparado; e tive que improvisar total. E no fim das contas o papel só daria pra um terço ou metade da discotecagem, já que fiquei muito mais tempo do que a prevista meia-hora. As transições estavam um pouco desastradas no começo, mas isso era por causa da ferrugem, e rapidamente passou. Como não tinha também papel onde anotar, não sei como ficou a setlist final, lembro-me de algumas coisas que rolaram:

radiohead - backdrifts
the who - my generation
nine inch nails - starfuckers
primal scream - some velvet morning
primal scream - keep your dreams
primal scream - autobahn 66
primal scream - swatika eyes
garbage - 'til the day i die
garbage - i'm only happy when it rains
garbage - cherry lips
cardigans - lovefool
cardigans - my favourite game
peaches - aa xxx
rob zombie - dragula remix
andrew wk - party hard
ladytron - seventeen
strokes - hard to explain
strokes - last nite
vitamin c - last nite
blondie - heart of glass
le tigre - phanta
chemical brothers - where do i begin
raveonettes - great love sound
david bowie - rebel rebel
david bowie - sufragette city
t-rex - 20th century boy
suzi quatro - 48 crash
belle & sebastian - you're just a baby
belle & sebastian - she's losing it
belle & sebastian - i'm a cuckoo
color filter - satellite of love
velvet underground - stephanie says
velvet underground - femme fatale
velvet underground - sweet jane
smiths - how soon is now
dexys midnight runners - come on eileen
pulp - disco 2000

Obviamente não foi nessa ordem. E como achei que seria apenas uma hora e meia, me fudi no quesito variedade um pouco. Podia ter sido melhor. Mas paciência, quem sabe na próxima...

quarta-feira, abril 14, 2004

jesus christ superstar

Acabei de ver A Paixão de Cristo com o Marcos. Eu gostei bastante. Não sou cristão, nem judeu. Sou agnóstico e analisei o filme friamente, e achei que é bom. Não me ofendeu e vejo apenas um pequeno potencial para ofender os Judeus. Na verdade me pareceu que os verdadeiros sádicos ali eram os Romanos, então quem tem que ficar revoltado são os italianos.

Valeu por finalmente esclarecer que Nicomedes (nome do meu pai) não ajudou Jesus a carregar a cruz, mas sim Nicodemos. E também por aprender de onde vem a expressão "lavo minhas mãos".

O filme é forte mesmo, tem bastante sangue e violência explícita; mas nada que quem tenha visto Irreversivel não possa aguentar (curiosamente ambos são com a Monica Belucci). Mas acho que a violencia faz parte da mensagem a ser passada. Que ao meu ver é explicitar bem a dor e o sacrifício de Jesus em nome de todos nós, inclusive em nome daqueles que lhe condenaram. Mas sei lá, muitas pessoas tem problemas em ver filmes com os quais não possam se identificar e/ou em que não acreditam (o que eu considero ser de uma ignorância ímpar, e é extremamente comum); acho que nunca tive grandes problemas com isso. Obviamente Gibson quer pregar com o filme; só que ele consegue fazer isso de uma maneira competente sem ser repetitivo (como digamos John Travolta com Battlefield Earth ou Xuxa com Xuxa e os Duendes).

Pra mim é mais ou menos como assistir Senhor dos Anéis. Eu fiquei convencido do fardo carregado por Frodo e todo o cenário que cercava aquela história principal; me envolvi no filme. A mesma coisa aconteceu com a Paixão. Não chorei em nenhum dos dois, como algumas pessoas o fizeram, nos dois também. Mas cada um encara o filme de formas diferentes.

Mas que o filme é bom, isso ele é.


"Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que estão fazendo!" (Lucas 23:34)


Resolvi dar uma conferida na Biblia, e não encontrei algumas coisas que aparecem no filme, como a lavagem das mãos de Pilatos. Mas me parece que o filme é bem baseado no evangelho de João (mais precisamente João 18 em diante), vale uma conferida; o filme não equivale a mais de 4 páginas.

terça-feira, abril 13, 2004

cease2exist

O hpg é mesmo um puto de merda. Por isso apelei pra esse template cru, sem imagem alguma. Não existe mais serviço de hospedagem gratuita que preste. Boa parte do conteúdo do 6horas e meia] estava guardado no HPG. E adivinha o que aconteceu? Se foi! Isso mesmo, combinando isso com minha perda de HD, perdi qualquer registro de 80% dos meus textos divertidos de meter pau em tudo.

Que frustrância. Justo agora que resolvi que ia copiar todos pra um disquete exatamente pra nunca mais perder....

Bem, aproveitem o novo template, que deve ficar assim por um tempo. É confuso mesmo, considere um toque de situacionismo digital. Afinal, como bem disse a Mi, o blog é meu e coloco nele o que eu quiser.

segunda-feira, abril 12, 2004

como uma deusa

Neste feriado pela primeira vez senti falta de ter um notebook, devo confessar. Tinha trabalhos a fazer e ao mesmo tempo tinha que viajar pra fazenda, poderia ter adiantado tudo sem ter que sair mais cedo de lá apenas tendo uma belezoca nas mãos. Acabei pegando uma carona com meu tio pra ribeirão preto e trabalhando no PC dele, o que me salvou.

Fora que, por um lado mais vazio, também tinha idéias de posts pro blog durante a viagem de carro (e que anotando no caderno pra depois passar pra cá não era a mesma coisa; faço isso apenas com coisas mais importantes como minha pesquisa de quadrinhos).

Mas como não tenho grana pra isso, esquece! (mas se alguém quiser me dar, mesmo q usado, aceito de bom grado!)

Enquanto isso, aguardem um novo template para esses novos tempos de vacas magras!

segunda-feira, abril 05, 2004

beat acelerado

Ainda estou aqui, aqui em BH, digo. Acho que volto amanha, não sei. Trouxe trabalho comigo, e trabalho aqui. Pra que voltar pra SP, mesmo? Não sei bem ainda.

Não fiz grandes planos, apenas criei algumas especativas e algumas metas. Por enquanto tem funcionado. Encontrei várias pessoas, inclusive conhecendo duas que jamais tinha visto em carne osso na vida. Como isso é BH, conexões surgiram instantaneamente. "Gabi vamos comigo na Cafeteria preu encontrar minha amiga digital, Camila?" - Vamos! Chegando lá: "Camila?!" - Gabriela?! - "Ah, Fernando, era essa Camila?" Isso é estar aqui.

Andando de um lado pro outro, cada hora durmindo em um lugar, quando durmo. Varios estranhos, pessoas das quais não lembro o nome mas acho que são sensacionais. Me pergunto se pareco muito antipático às vezes. Tento ser legal. Sou legal com quem me é legal. Parece justo.

Viver nessa república multi-etnica e multi-cultural é sensacional. Alastair, Sara e André, com constantes visitas do Rafa e Calanguinho. Até o Bruno surgiu do Rio! E prontamente cozinhou um macarrao à carbonara no jantar e um lombo ao curry com mais alguma coisa que esqueci para o almoço; ambos excelentes. Naira e Lucas voltaram para SP, e eu fiquei.

A grande questão é: Chamei pessoas pra ir ao Café, e agora surgiu uma incógnita a respeito do Comida Di Buteco. O que faço? Eu fui convidado, afinal? Não posso dar o cano no povo que vai ao café, questão de honra.

Claro que pra quem não sabe o que é BH, não tem idéia do que estou falando. Os dois são coisas legais, ainda mais que a Gabi vai discotecar.

BH é assim, a sintese do que eu não gosto: Escolhas. Mas sempre são boas escolhas, e deve ser por isso que eu adoro.

Vejo vocês quando voltar, se voltar. Voltar pra onde mesmo?

sábado, março 27, 2004

capturing the friedmans

Fui ver esse filme na sexta com a Myiuki e a Michelle. Que filmão. Isso porque na quinta peguei dois documentários passando na TV, que eu preciso terminar de ver, aliás, e possivelmente comentar aqui.

O filme levanta várias questões direta e indiretamente. Em termos do sistema penal americano (e até mesmo do nosso, já que não são diferentes assim) eu resumo da seguinte maneira: Duas pessoas foram condenadas assim, tão prontamente, sem um fio de cabelo de prova física; enquanto OJ Simpson saiu assoviando do tribunal...

Mas então, uma mentira contada cem vezes se torna mesmo verdade? E se você se arrependeu da mentira? Quem mentiu primeiro é pior do que quem seguiu com a coisa?

Obviamente Arnold Friedman tinha algumas questões sexuais mal-resolvidas; e tinha desejos amplamente considerados imorais, e dos quais ele mesmo tinha vergonha. Se ele conseguiu realizar esses desejos e a que grau, cabe a cada um decidir, já que ele está morto e enterrado. E a questão realmente é delicada, sob várias óticas.

Todo mundo já pensou, sonhou e viu coisas das quais não se orgulha muito, e das quais também não gosta. Não tenho medo de admitir isso. Também não tenho medo de admitir que muitas coisas que eu gostaria de fazer não fiz por certos motivos, e outras tantas provavelmente não farei por outros tantos motivos. Só espero poder realizar a maioria dos meus desejos. E não estou falando só de sexo, seus safadinhos.... Mas sexo é claramente também parte da questão, e é a questão no filme. O medo e a vergonha que algumas pessoas sentem simplesmente pelo relance de um pensamento é algo que dependendo do sujeito, é castrador, e frustrante. Não sujiro que viremos todos uns Sergueys e que viajemos pra Saquarema pra transar com árvores; mas se existe alguma dúvida, alguma vontade, sempre é bom ter alguem para confiar essa informação, e se for algo vil, ajudar a evitar sua realização.

A internet é uma grande libertadora para esse tipo de dúvida e vontade. E claro, também uma grande fornecedora de material ilegal para pedófilos, necrófilos ou qualquer outra bizarreira por aí. Mas faz parte da vida. Pessoas com essas vontades, e com a determinação de realizá-las, irão sempre buscar um caminho.

Mas talvez esteja me desviando. Também é bom encontrar ajuda e apoio naqueles que gostamos e amamos (que baranho, desculpem) e isso evidentemente não acontecia na família Friedman, e é um dos pontos fortes do filme. Ele não se concentra em dizer "vejam que coitadinhos, acusados injustamentes", busca ao máximo mostrar os dois lados do crime, com uma certa dose de ironia; e também mostrar como isso afetou e destruiu a família, sendo que a decisão de usar filmagens caseiras dos próprios Friedman torna essa uma experiência fortíssima ao se assistir ao filme.

Mas, se abrir é sempre um problema. Não podemos contar tudo sobre nós a todos, mesmo aos que mais gostamos, sei por experiência prória (e recente). Descobrir quem é certo ou errado é parte do jogo...

OBS: Se vc gosta de comer menininhos, eu prefiro não saber. Desculpe, mas não estou preparado pra esse tipo de informação.

terça-feira, março 23, 2004

dog on wheels

Depois de uns dois meses que eu estava morando em BH, meus pais compraram um cachorro pra família (mas creio que pensando mais em mim e na Elisa), um Yorkshire batizado de Scooby-Doo. Lembro que no começo ele teve uns problemas de saúde, tipo um intestino torcido e tudo mais, foi bem estressante, mas acabou se resolvendo sem grandes seqüelas.

Ele não era o típico York. Era maior que seus primos re raça, tinha as orelhas caídas e tinha o rabo. Mas pra compensar, era irritadiço e sempre era confundido com fêmea pq usava lacinho. Ele era pura diversão. Eu adorava brincar com ele, deixá-lo do meu lado quando tava no computador e tudo mais. Também gostava de ficar provocando o bicho com bichinhos de pelúcia e com um espelho da Branca de Neve que a Elisa tinha; ele fica emputecido, era muito engraçado. Lembro também que pra mantê-lo na área de serviço a gente usava uma barreira de garrafas de Coca-Cola, pq ele tinha medo delas (mas dependendo da situação, pulava a barreira)

Ele era daqueles cachorros de apartamento mesmo, que não se dava bem com outros cachorros. Lembro quando ele foi pra Fazenda, logo que desceu do carro todos os cachorros lá ficaram latindo pra ele, e ele se esparramou e grudou no chão de medo. Mais à noite eu estava com meu pai e meu avô conversando em um banco, com ele sentado embaixo; quando um dos cachorros da fazenda se aproximou ele rosnou insanamente. Depois ele foi pra praia em Juquehy e achamos um Siri andando pela casa, tentamos fazer um combate, mas não deu certo. Nas mesmas férias ele também foi na chácara do Tio Ricardo em Rib. Preto e lá rolou um duelo de titãs entre ele e o Porrinha, um pintcher que comandava os dois vira-latas do pedaço. O porrinha ficou sem um pedaço do nariz e o Scooby sem um pedaço da boca. Quem saiu vencedor ainda é assunto de discussão na família.

No dia da mudança para São Paulo, nunca o vi tão estressado. Ele ficava dentro da casinha e sempre que alguém encostava nela (o que acontecia direto) ele rosnava absurdamente. Pra piorar, o apartamento aqui é menor que o de BH era, e ele nunca se adaptou muito bem. Quando a Carol veio morar com a gente de novo, aí o espaço realmente estava ficando proibitivo, ele estava cada dia mais estressado. Foi então no Natal seguinte que o demos para os avós dos meus primos, Vó Nininha e Vô Tenente; a gente tinha levado o cachorro na viagem e os dois o amaram, como ele não tava mais muito feliz em nossa casa, minha mãe resolveu dar, no começo fui contra, mas com o tempo percebi que foi bom.

Desde então eu o visitei apenas duas ou três vezes, e ele me reconheceu e adorou que eu estava lá. Passei e brinquei com ele. Com certeza o visual dele melhorou, usava dois elásticos ao invés do lacinho, me lembrava o Qui-Gon Jinn do Star Wats. Na casa do Vô e da Vó ele era o rei, fazia o que queria, dormia na cama e comia de tudo, inclusive muita comida humana. No último Natal me disseram que estavam tentando cortas as asinhas dele, e inclusive dando uns remédios, e que ele tava ficando muito temperamental e ruinzinho.

Eu falo dele no passado porque Scooby-Doo Mafra morreu semana passada.

domingo, março 21, 2004

twist 'n' shout

A Festa do Peão de Tabuleiro foi bem massa. Tinha vários jogos, a esmagadora maioria importados e muito da alemanha (com instruções em ingles junto, ainda bem). Pena que por culpa do aniversário do Muzza num deu tempo de jogar muita coisa, fomos só eu, a Michelle e o Ricardo, jogamos TRUMP The Game (isso mesmo, do bilhonário Donal Trump); SPION vs. SPION (um alemão do SPY vs SPY da revista MAD) e um outro de corrida de peteleco. Eu também joguei finalmente o Twister, mas os dois ficaram de fora. Vou colocar fotos no fotolog assim que aquela meleca parar com cú doce. Quando a gente ia jogar o cardgame do GROO (exatamente, o personagem do Aragonés) que parecia ser bem engraçado, a gente precisou ir embora pq a Michelle tinha que comprar sapato pra usar no Atari já que o dela tava totalmente encharcado.

O Atari foi bem normalzinho. Nunca tinha ido, mas não vi nada demais. A Discotecagem tava legal até certo ponto, mas achei a banda um cú. Pra completar o Racha perdeu a comanda e avisou os caras (então foi extorquido e pagou 90 paus!); na hora de sair eu paguei normal e entreguei o papelzinho pro segurança na porta. Tava td mundo lá fora menos eu e o Marcos; eu tava andando até o povo quando o segurança me chamou. Me levou de volta pra dentro e abriu uma porta pra um corredor meio backstage (comecei a pensar: "fudeu."). Ele chamou um magrelinho lá e me perguntaram se aquela comanda era minha, se eu tinha achado, qual era meu nome... Pq anotaram o numero da minha comanda como perdida. Expliquei o lance do Racha e bem nessa hora o Marcos me ligou (sabiamente) pra saber o que tava acontecendo. Então terminei de explicar pros caras, eles conferiram com o Racha e na listagem na porta e perceberam q anotaram errado e beleza.

Então a gente voltou pra Festa do Tabuleiro com mais umas pessoas, apenas pra descobrir que tinham levado o jogo do GROO embora! Joguei mais bastante Twister; o pessoal jogou o jogo dos petelecos e tivemos que ir embora pq tava fechando, num ia dar tempo de jogar mais nada.

quinta-feira, março 18, 2004

we are the robots

De duas uma:

- Ou isso é demais [se for real]
- Ou é extrema falta do que fazer [se for mentira]


transformers reais?


Recebi o link pra esse site pelo e-mail e fiquei com a pulga atrás da orelha. Aparentemente um cara está construindo um robo bípede a partir de um Mini Cooper (não parece ser um transformer efetivo, que muda sua forma de um pro outro; mas simplesmente um robo feito a partir de um carro).

No site (simpléeeeeeesimo) tem uns rascunhos, algum texto, essa foto e uns 12 vídeos de testes e uns depoimentos do carinha que está construindo. O video mais impressionante com certeza é esse(mas não vi todos).

A pergunta que fica é a famosa: É real? Não sei! Pode muito bem ser algo feito no computador pra enganar bobo (ainda mais se vc comparar os movimentos desajeitados e lerdos dos robos da Honda de um metro e meio comparados com a agilidade absurda desse mamute de 3 metros). Seria mto loco mesmo se fosse real. Não que eu ache errado montar algo do tipo no computador, mas acho besteira tentar se passar por real.

quarta-feira, março 17, 2004

terça-feira, março 16, 2004

digital hardcore

E chegou a G5! A batizei de Jenny, por causa da música do Belle & Sebastian, Photo Jenny.

Eu amo minha digicam! E tenho um caso com o Scanner!